Saúde

Tudo sobre cólicas e dores menstruais

Olá pessoal!! Tudo bem?

As dores menstruais, ou cólicas, são incômodos que a maioria das mulheres enfrenta todos os meses. Normalmente, as cólicas não são sinais de algo ruim. Elas são um sinal de que o seu corpo está iniciando outro ciclo menstrual saudável. Porém, é bom entender exatamente oque está acontecendo com o seu corpo.

A cólica, também conhecida por dismenorreia, é o sintoma mais comum que acompanha a menstruação. Juntamente à tensão pré-menstrual, é uma das principais queixas das mulheres.

Há dois tipos de cólica: a primária, que existe desde a menarca (nome dado à primeira menstruação) juntamente com o início dos ciclos ovulatórios; e a secundária, que surge após um período sem dor.

A cólica primária é de natureza desconhecida e inata ao organismo feminino. Já a cólica secundária pode ser provocada por doenças como inflamações pélvicas, endometriose e miomas.

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Quais são as causas das cólicas menstruais?

Os cientistas acreditam que as cólicas menstruais estão relacionadas à prostaglandina, uma substância produzida pelo útero que provoca a contração dele. A sensação de cãibra é o seu útero se contraindo. No início da sua menstruação, os níveis de prostaglandina são altos e assim que começa a menstruar, os níveis diminuem.

 

Algumas maneiras de combater a cólica menstrual

 

1. Tome medicamentos com orientação médica

“Os tratamentos são à base de antiespasmódicos ou com anticoncepcional, caso os sintomas da TPM sejam muito intensos”, comenta o médico Alex Botsaris. Faça o teste e descubra qual é o anticoncepcional ideal para você .

2. Aposte na homeopatia

“Alguns remédios como Lachesis, Sépia, Calcarea Carbônica, Caulophyllum e Chamomilla são indicados para as cólicas, mas a recomendação depende das características de cada paciente”, diz Botsaris.

3. Descanse
“O simples ato de deitar com a barriga para baixo, apoiada em um travesseiro, comprimindo-a, já ameniza as dores”, diz a fisioterapeuta Deborah Supino.

4. Faça exercícios físicos

Atividades como alongamento, ioga, caminha ou andar de bicicleta ajudam. “Feitos de forma regular e moderada, liberam endorfinas e amenizam as dores”.

Siga esses exemplos: deite-se de costas, com joelhos dobrados, pés no chão e braços para trás. Ao mesmo tempo, levante os braços para a frente e estique as pernas para a posição sentada. Incline-se para a frente e tente alcançar os pés com os dedos das mãos. Retorne à posição normal.

Outro exercício: fique em pé, de frente para a parede, a uma distância de 30cm. Cruze os braços na altura dos ombros. Incline a barriga até que toque a parede. Permaneça nesta posição por um minuto, mantendo os calcanhares no chão e os joelhos retos. Retorne à posição inicial.

5. Beba chás

“Prefira ervas como Angélica chinesa, que tem efeito antiespasmódico, agoniada (Himatanthus lancifolius), que age também como analgésica, ou canela , que é utilizada desde a antiguidade no tratamento da cólica”.

6. Use a boa e velha bolsa de água quente

Coloque-a na região lombar e no abdome. “O calor estimula a irrigação, relaxa a musculatura e ameniza o impacto das contrações do útero”, explica Deborah Supino.

7. Faça uma massagem

Na chinesa ou na Ayurvédica, alguns pontos, ao serem apertados, tratam a TPM e as cólicas. O mais usado é um chamado Zi Gong Xué, que fica perto das bordas do púbis.

8. Abuse dos alimentos certos

Alimentos com cálcio (laticínios e vegetais escuros), magnésio (soja, banana, beterraba, aveia, tofu, couve e abobrinha) e gorduras poliinsaturadas (salmão, atum e castanha do Pará) podem te ajudar. “Eles são relaxantes musculares e têm poder anti-inflamatório natural”, orienta a médica ortomolecular Mariana Muniz, especialista em medicina anti-aging.

9. Fuja dos alimentos errados

Esqueça os alimentos ricos em gorduras, pois favorecem uma maior produção de hormônios femininos. Evite ainda os embutidos e as bebidas com cafeína (café, chá preto e refrigerantes).

10. Evite situações estressantes

“Muitas pessoas com dores ficam mais irritadas e perdem a paciência. Para estes casos, recomendo os florais de Bach, que neutralizam a agressividade”, comenta a terapeuta holística Maria Aparecida das Neves. Os mais indicados são Rescue Remedy, Holly e Cherry Plum.

 

7 sinais que a dor menstrual pode ser endometriose

A endometriose é a implantação de tecido do útero em outros órgãos do corpo da mulher, como ovários, bexiga e intestino, causando inflamação e dor abdominal. Entretanto, muitas vezes é difícil detectar a presença desta doença, pois os sintomas acontecem mais frequentemente durante a menstruação, o que pode confundir a mulher.

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Para saber se a dor é somente cólica menstrual ou está sendo causada pela endometriose, deve-se ficar atenta à intensidade e localização da dor, devendo-se suspeitar da presença de endometriose, quando há:

  1. Cólica menstrual muito intensa ou mais intensa do que a habitual;
  2. Cólicas abdominais fora do período menstrual;
  3. Sangramento muito abundante;
  4. Dor durante o contato íntimo;
  5. Sangramento ou dor na urina ou intestino, durante a menstruação;
  6. Cansaço crônico;
  7. Dificuldade para engravidar.

Entretanto, antes de confirmar a endometriose, é necessário excluir outras doenças que também causam estes sintomas, como síndrome do intestino irritável, doença inflamatória pélvica ou infecção urinária, por exemplo.

Como diagnosticar a endometriose

Na presença dos sinais e sintomas que indiquem endometriose, deve-se procurar o ginecologista, para avaliar as características da dor e do fluxo menstrual, e para que sejam feitos os exames físico e de imagem, como ultrassom transvaginal, o que pode levar ao diagnóstico.

Em alguns casos, o diagnóstico pode não ser conclusivo, sendo indicada a realização de uma videolaparoscopia para confirmação, que é um procedimento cirúrgico com uma câmera que irá procurar, nos vários órgãos do abdômen, se há tecido uterino se desenvolvendo. Em seguida, é iniciado o tratamento, que pode ser com anticoncepcional ou cirurgia.

Clique aqui e veja mais sobre cólicas menstruais.

 

Fonte:
Lima, Geraldo Rodrigues de; Girão, Manoel J.B.C.; Baracat, Edmund Chada. Dismenorréia. In: Ginecologia de Consultório. 2003.1ª Edição. P.63. Editora de Projetos Médicos. São Paulo-SP. Congresso Americano de Ginecologia e Obstetrícia (CAGO), Folheto 46 Dysmenorrhea. http://my.clevelandclinic.org/health/diseases_conditions/hic_Dysmenorrhea Congresso Americano de Ginecologia e Obstetrícia (CAGO)

 

 

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Estética · Fitness · Saúde

Como fazer uma drenagem linfática em casa

Olá pessoal!! Tudo bem?

Uma massagem que elimina o inchaço, ajuda a combater celulite, ajuda a emagrecer e perder a barriga. Além disso, ainda ativa o sistema imunológico. A drenagem linfática consiste em estimular o sistema linfático (uma rede complexa de vasos que movem fluidos pelo corpo) a trabalhar de forma mais acelerada. Como resultado, o organismo elimina mais rápido líquidos e toxinas.

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As drenagens feitas por profissionais especializados são as mais eficientes, mas você também pode aprender a fazer uma drenagem linfática em casa e obter benefícios satisfatórios. Lembre-se de que o resultado não irá aparecer logo na primeira que você fizer a drenagem linfática manual, mas sim após algumas semanas que você repetir regularmente essa massagem. Confira as orientações de especialistas sobre como realizá-la:

Prepare a pele

A dermatologista Daniela Landim explica que antes de começar a fazer a drenagem linfática manual é necessário fazer uma esfoliação corporal, massageando a pele de forma circular e suave para ativar a circulação local. De acordo com ela, esse procedimento pode ser feito uma vez por semana. Também dermatologista, Miriam Sabino recomenda se deitar e colocar apoio nas pernas (pode ser um travesseiro mais alto na altura dos tornozelos e panturrilha) para melhorar o retorno venoso. Fique nessa posição durante uns 15 minutos antes de iniciar a drenagem linfática.

Tome um banho

A drenagem linfática ajudar a eliminar as toxinas do corpo e aliviar pontos de tensão para desobstruir a linfa (líquido que circula nos vasos linfáticos). Por isso, é melhor fazer a massagem após o banho, pois a água morna promove vasodilatação. Além disso, isso facilita a penetração dos ativos do creme, ativa a circulação e relaxa o corpo, tornando o procedimento mais prazeroso e eficaz.

Escolha os objetos certos

As mãos podem ser usadas para uma massagem clássica, mas as dermatologistas contam que o bambu, também é ótimo para a drenagem feita em casa. Um dos motivos é que os bambus são utilizados como prolongamento dos dedos, aumentando assim o alcance dos toques.

Escolha os cremes certos

“O uso de óleo de massagem ou creme ajuda no deslizamento das mãos e do objeto”, conta a dermatologista Miriam. Além disso, ajuda a diminuir o atrito com os pelos, principalmente no caso dos homens. A fisioterapeuta e especialista em drenagem linfática do Centro de Qualidade de Vida (CQV) Luciene Martins recomenda cremes com princípios ativos que ajudam a melhorar a circulação e combater a celulite, como cafeína, guaraná, ginko biloba, cavalinha e centelha asiática. Use o equivalente a uma moeda do produto para cada área. Primeiro espalhe o creme nas palmas das mãos. Com isso, ele ficará quente e facilitará a aplicação.

A parte do corpo certa para fazer drenagem linfática

Você pode fazer a massagem de drenagem linfáticas nas pernas, nos braços, na região do tronco, incluindo a barriga, e na face. “Todas essas áreas apresentam gânglios linfáticos que, ao serem estimulados, aceleram o processo de drenagem e perda de excesso de líquido corporal que causa inchaço e edema”.

Movimentos da drenagem linfática manual

Atenção nessa hora: o movimento não precisa ser forte a ponto de machucar a sua pele, principalmente se você possui varizes. Neste caso, pode causar inflamação nas veias e formação de trombos. Os movimentos circulares devem ser feitos com o polegar. Já com a mão em forma de conchinha, faça também movimentos lentos e de leve compressão, como se estivesse bombeando a pele. Repita entre cinco a dez vezes nas regiões dos corpos que apresentam gânglios linfáticos.

Nas pernas, os movimentos são ascendentes: da perna até a fossa poplítea (parte posterior do joelho), da coxa até a virilha. Na barriga o movimento deve ser feito até a virilha. Já nos braços e tórax, os movimentos vão a caminho das axilas.

Faça a drenagem à tarde ou à noite

A drenagem no período vespertino ou noturno é mais adequada porque libera as toxinas e retira o líquido do corpo acumulados ao longo do dia. “Você pode até associar uma música suave para promover um relaxamento mental e melhorar a qualidade do sono”,

Repita mais de uma vez por semana

É possível fazer drenagem linfática manual todos os dias, mas você pode ver um resultado interessante se fizer a massagem de duas a três vezes por semana. Miriam sugere pedir auxílio de um profissional especializado para que você tenha mais garantias de que irá acertar nos movimentos. “É a pressão e a forma de movimentar durante a massagem que trarão o benefício esperado”.

Achei um vídeo bem legal falando sobre como fazer a drenagem linfática em casa. Clique aqui e veja!

 Fonte: Minha vida

Bjs!!♥

Fitness · Saúde

Benefícios da Corrida Para Saúde e Boa Forma

Olá pessoal!! Tudo bem?

A corrida é uma das atividades físicas mais completas em benefícios para a saúde e a boa forma, além de ser também uma das mais gratificantes.

Quem corre pode estar em contato com a natureza por mais tempo, pode fazer mais amigos, livrar-se do estresse e sentir-se mais feliz.

Há uma série de evidências científicas que provam que há mais benefícios da corrida ou quaisquer exercícios intensos praticados regularmente que qualquer pílula que um médico possa prescrever.

Praticantes da corrida afirmam que o exercício torna-se um estilo de vida ao longo do tempo, e especialistas asseguram que este estilo de vida serve para melhorar o condicionamento aeróbico e aumentar a atividade das enzimas e hormônios que estimulam os músculos e o coração a trabalhar melhor, entre outros benefícios que veremos a seguir.

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Benefícios da corrida para a saúde

Estudos comprovam que os exercícios vigorosos, quando bem praticados, rendem benefícios em abundância e de forma cumulativa para a saúde, ou seja, quanto mais você pratica, ou quanto mais difícil o exercício se torna, melhor estará a sua saúde.

É sabido que há uma melhora significativa na saúde de pessoas que saem de um estado sedentário para um nível mínimo de atividade física, mas esportes que envolvem intensidades mais altas, maior frequência e maior duração, proporcionam benefícios adicionais.

Um estudo recente mostrou que indivíduos que correm mais de 80 quilômetros por semana têm aumento significativo do HDL (o bom colesterol) e diminuição significativa da gordura corporal, das triglicérides e do risco de doenças cardíacas que os indivíduos que correm menos de 16 quilômetros por semana.

Além disso, o mesmo estudo mostrou que os corredores de longa distância tiveram uma redução de quase 50% na pressão arterial e mais de 50% de redução no uso de medicamentos para reduzir a pressão e o colesterol no sangue.

Benefícios da corrida para a boa forma

A boa forma geral do nosso organismo depende completamente da nossa capacidade cardiorrespiratória, ou seja, a capacidade do coração para bombear oxigênio de forma eficientemente forte e contínua para todos os músculos do corpo.

Quanto mais exercícios aeróbicos uma pessoa faz, mais sangue e oxigênio seu coração vai bombear a cada batida e mais oxigênio seus músculos vão consumir. Por exemplo, se uma pessoa tem 100 moléculas de oxigênio flutuando em sua corrente sanguínea, um músculo condicionado pode consumir 75 moléculas, enquanto um músculo mal exercitado só poderá consumir 30, ou até menos do que isso.

Na verdade, corredores de longa distância tendem a ter um consumo de oxigênio três vezes mais eficiente do que as pessoas sedentárias.

Lista de Benefícios da Corrida Para Saúde e Boa Forma

1. A corrida é um dos melhores exercícios para o coração

Os benefícios da corrida para o coração são um consenso entre todos os especialistas da saúde.

De acordo com um estudo de referência publicado pela fundação americana de cardiologia, correr de cinco a dez minutos por dia em velocidades lentas está associado a um risco drasticamente reduzido de morrer de doenças cardiovasculares.

Se compararmos, por exemplo, mulheres que nunca correram com corredoras regulares, as primeiras têm o dobro da probabilidade de morrer de doença cardíaca.

Todas as vezes que corremos há um aumento da frequência cardíaca, o que fortalece o músculo do coração e prolonga a sua capacidade de bombeamento de sangue, portanto, a sua vida útil.

Além disso, durante a corrida as artérias se expandem e contraem vigorosamente, movimentos que as mantêm mais fortes e ajustadas, ajudando a manter a pressão arterial em uma faixa normal.

2. Quem corre tende a se sentir mais feliz

Os corredores regulares sabem que o exercício melhora o humor, não importa o quão ruim ele estivesse no momento da largada. Isto se deve à liberação dos hormônios conhecidos como endorfina e endocanabinoide, responsáveis pela sensação de bem estar no organismo.

Em um estudo publicado pela Medicine & Science in Sports & Exercise, pesquisadores descobriram que mesmo uma única sessão de exercício de 30 minutos de caminhada em uma esteira poderia melhorar instantaneamente o humor de alguém que sofre de algum grau de depressão.

Estudos também têm mostrado que a corrida ainda protege contra ansiedade e depressão e pode ajudar as pessoas a lidarem com a ansiedade e o estresse, as principais causas da infelicidade nos dias atuais.

Em 2007, especialistas em comportamento fisiológico humano chegaram a afirmar que a corrida causa as mesmas adaptações neuroquímicas de recompensa no cérebro que certas drogas. Eles fizeram esta comparação para explicar que a sensação de recompensa e bem estar é o que leva à dependência. No caso da corrida, uma dependência que só faz bem!

3. O cérebro do corredor trabalha melhor

Cientistas descobriram que o mesmo processo físico-químico que alimenta e controla a eficiência do uso de energia no nosso organismo também age na formação da memória e nos processos de aprendizagem. Uma única proteína controla a liberação de energia para os músculos e também para o cérebro. Eles descobriram que corredores têm uma maior liberação desta proteína.

De acordo com o professor Ronald Evans, diretor do Instituto Salk para Estudos Biológicos, na Califórnia, “o coração e os músculos precisam de uma onda de energia para realizar exercícios e os neurônios precisam de uma onda de energia semelhante para formar novas memórias”.

Curiosamente, há uma abundância de exemplos de grandes pensadores que também eram corredores impressionantes. O decifrador de enigmas Alan Turing corria maratonas de quase três horas. O político britânico e jornalista Matthew Parris corria mais de duas horas com frequência e o cientista ganhador do Prêmio Nobel Wolfgang Ketterle chegou a cronometrar quase três horas de corrida.

3. Correr fortalece as articulações do joelho e os ossos

Um dos estudos que mostra os benefícios da corrida para a boa forma foi publicado pela revista Medicine & Science in Sports & Exercise. Nele, 100.000 corredores e pessoas que faziam caminhadas leves foram analisados, e constatou-se entre as pessoas que corriam cerca de 40 quilômetros regularmente o risco de desenvolver osteoartrose do joelho caiu pela metade.

Eles ressaltam que todas as vezes que o corredor pisa vigorosamente há um fortalecimento maior dos ossos, cartilagem e músculos que sustentam o joelho. Pessoas que realizam exercícios de baixo impacto como caminhadas e natação não têm o mesmo nível de benefício.

Além disso, pesquisas já comprovaram que corridas são benéficas para os joelhos porque o movimento acentuado dos ossos aumenta a produção de massa óssea, e pode ajudar a impedir a perda óssea relacionada com a idade. De acordo com o pesquisador da Universidade de Boston David Felson, “Muitos estudos de longo prazo mostram que correr não parece causar muito dano aos joelhos, na verdade, quando olhamos para as pessoas com artrite do joelho, não é comum encontramos uma história prévia de corrida, e quando olhamos para os corredores e os acompanhamos ao longo do tempo, não vemos um risco aumentado de desenvolver osteoartrose”, disse Felson.

4. Correr emagrece

Correr regularmente queima calorias tanto durante o período que se pratica o exercício quanto depois, trata-se do “afterburn”, um processo de queima de calorias após o exercício por causa do excesso de consumo de oxigênio pelo organismo. O melhor é que este efeito ocorre mesmo em corridas mais lentas, apenas em um ritmo um pouco mais rápido do que a caminhada normal.

É possível que alguns esportes como a natação, em alguns casos, queimem até mais calorias do que correr, mas se compararmos o físico de nadadores olímpicos e de corredores de longa distância vê-se que os corredores têm corpo mais magro e definido.

Correr requer uma grande quantidade de combustível (calorias). Uma pessoa pesando 68 quilos queima, em média, 12 calorias por minuto se correr um quilômetro e meio em 10 minutos. Se a corrida for feita em terreno íngreme, que exige mais esforço, a queima pode ser ainda maior.

5. Correr faz bem para as pernas

Os maiores músculos do nosso corpo estão nas pernas e há benefícios da corrida para todos eles: músculos internos e externos das coxas, panturrilha e até os glúteos. Correr é como realizar uma dúzia exercícios de perna em um só.

6. Corrida diminui o risco de câncer

Correr não cura o câncer, mas há uma abundância de provas de que os benefícios da corrida podem ajudar a evitá-lo.

Em um documento amplo sobre as relações entre exercícios físicos e casos de câncer, cientistas finlandeses estudaram a saúde de um grupo de 2.560 homens de meia idade ao longo de 17 anos e então revelaram as suas conclusões. Eles descobriram que os homens que eram fisicamente ativos eram menos propensos a desenvolver câncer. Até este ponto não há surpresa.

O que foi mais interessante, no entanto, foi a descoberta de que aqueles que praticavam corrida, ou faziam exercício de intensidade similar, por 30 minutos diariamente estavam mais protegidos contra a doença e exibiram “uma redução de 50% no risco de morrer prematuramente de câncer de qualquer natureza”, de acordo com Sudhir Kurl, médico diretor da Escola de Saúde Pública e Nutrição Clínica na Universidade de Kuopio.

7. Os corredores têm melhor qualidade auditiva

De acordo com pesquisa realizada na Universidade Belarmino, em Kentucky, EUA, correr aumenta o envio de fluxo sanguíneo para os ouvidos, o que resulta em melhoria da audição.

Neste estudo, Dr. Paul Loprinzi estudou 1.082 mulheres adultas e concluiu que aquelas com maior aptidão cardiorrespiratória tiveram melhor função auditiva tanto de alta quanto de baixa frequência. As mulheres que praticavam exercícios que as proporcionava maior aptidão aeróbica, como corridas, mostraram-se 6% mais propensas a terem uma boa audição do que as sedentárias.

8. Ser bom na corrida pode indicar melhor saúde reprodutiva

Cientistas da Universidade de Cambridge estudaram 542 corredores na maratona de Robin Hood, em Nottingham, e descobriram que aqueles que terminaram a corrida mais rapidamente estavam mais propensos a ter impulsos sexuais mais fortes e tinham maior contagem de esperma.

Eles defendem que os bons corredores são mais susceptíveis a ter boa resistência e refletem uma herança genética de maior saúde reprodutiva. Segundo os pesquisadores, se os antepassados foram excelentes caçadores de persistência, por exemplo, eles teriam passado mais genes para seus descendentes e estes seriam mais fortes e gerariam também bons reprodutores.

“A observação de que a capacidade de corrida e resistência está ligada ao potencial reprodutivo nos homens sugere que as mulheres antepassadas eram capazes de observar na atividade física um sinal para escolher um bom parceiro de reprodução”, disse o principal autor do estudo, Dr. Danny Longman. Segundo ele, estas características genéticas foram repassadas até os dias atuais.

9. Correr ajuda a manter a memória mesmo com o envelhecimento

Um estudo publicado pela revista de psicologia Psychonomic Bulletin & Review, concluiu que há evidências indiscutíveis de que há benefícios da corrida regular para evitar o declínio mental relacionado com a idade, principalmente a capacidade de alternância de tarefas, atenção seletiva, e retenção de memória.

Correr regularmente garante a saúde prolongada das artérias que transportam sangue e oxigênio e são responsáveis pela irrigação de áreas específicas do cérebro que tendem a se degenerar ao longo dos anos, levando à perda da memória, à defasagem da linguagem e à confusão de pensamentos.

Correr na juventude ajuda a manter ativas por mais tempo as funções cerebrais que garantem a atenção, a concentração, o planejamento e a organização das idéias.

Qual a quantidade certa para correr?

Pesquisas defendem que correr até dez quilômetros uma a duas vezes por semana leva ao máximo dos benefícios da corrida para a saúde e boa forma. Estudos mostram que a alteração no tipo de terreno onde a corrida é realizada não deve resultar em aumento de benefícios para a boa forma, no entanto, corridas ao ar livre e em grupo tendem a melhorar o bom humor e o bem estar nas pessoas.

Correr mais que 30 quilômetros por semana pode melhorar a aptidão cardiovascular, mas, paradoxalmente, aumenta ligeiramente o risco de lesão, esclarecem os especialistas. Eles defendem a corrida moderada porque se exercitar em um nível elevado não traz maiores benefícios para a saúde.

Dicas para uma corrida saudável

  • Uma corrida perfeita é aquela onde não há lesões ou cansaço excessivo;
  • O risco de ferimentos e lesões durante as corridas aumentam de acordo com a intensidade da corrida e seu tempo de duração;
  • Os machucados mais comuns relacionadas à corrida acontecem no joelho e a idade mais avançada pode ser um fator de risco significativo para a ocorrência de lesões;
  • Especialistas recomendam fazer alongamento antes da corrida, dar tempo para o corpo se recuperar totalmente após o exercício e, principalmente, reconhecer os sinais de fadiga que o organismo emite em caso de excesso;
  • Você estará pronto para correr após, pelo menos, duas semanas de caminhadas ou alguma outra forma de exercício regular (cerca de 30 minutos por dia, quatro ou cinco dias por semana). Isto vai diminuir o risco de se machucar;
  • Use tênis e roupas adequadas, trace uma rota segura e deixe que seu corpo mostre até onde você pode ir. Algumas dores musculares especialmente no quadríceps e panturrilhas são de se esperar no início, elas podem ser somente um sinal que você está levando o seu corpo mais longe ou mais rápido do que ele está acostumado a ir;
  • Mas há algumas dores que não devem ser ignoradas. Quaisquer dores agudas ou que persistam ou piorem à medida que você desempenha suas atividades diárias são sinais de que o corpo precisa descansar e que você pode precisar de um médico especialista.
Fonte: Mundo da boa forma
Saúde

O sedentarismo e o impacto na sua saúde

Olá pessoal!! Tudo bem?

Com um estilo de vida cada vez mais “conectado”, não precisamos mais sair do sofá para ter entretenimento, não precisamos visitar os amigos para falar com eles, podemos pedir pizza ao invés de ir à pizzaria, deixamos de bater perna e compramos uma geladeira pela Internet. Conectamo-nos ao mundo e nos desconectamos da nossa saúde, do movimento, do esporte.

Esse estilo de vida, “bunda” na cadeira, está matando muita gente. Uma pesquisa publicada em 2012 pela revista médica Britânica Lancet, afirma que a falta de exercícios vem causando tantas mortes quanto o tabagismo. A inatividade mata uma em cada dez pessoas no mundo, com doenças cardíacas, diabete e câncer de acordo com o estudo.

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Por que estamos vivendo de forma tão destrutiva? Sem dúvida a falta de tempo e a preguiça são as maiores desculpas para a atividade física não acontecer.

Uma pessoa é considerada sedentária quando não consegue gastar o mínimo de 2.200 calorias por semana com atividades físicas. O indivíduo ativo deve gastar no minimo 300 calorias por dia.

Acredita-se que 46% da população brasileira seja sedentária. Ainda, estima-se que o sedentarismo esteja relacionado com quase 14% das mortes no Brasil.

Causas

Existem várias causas para o sedentarismo, sendo a principal delas a falta de atividades físicas e de uma alimentação saudável.

Algumas atividades do atual modo de vida das pessoas favorecem o sedentarismo, por exemplo:

  • Fazer uso de carro mesmo em pequenos trajetos;
  • Utilizar escadas rolantes;
  • Rotina tomada por diversas atividades;
  • Deixar de realizar algumas atividades domésticas;
  • Consumo exagerado de alimentos industrializados;
  • Passar várias horas utilizando o computador ou em frente a TV.

Consequências

As consequências do sedentarismo são:

  • Perda de força física;
  • Atrofia muscular;
  • Surgimento de doenças: diabetes tipo 2, hipertensão arterial e infarto do miocárdio;
  • Acúmulo de gordura;
  • Em alguns casos mais graves pode até levar à morte súbita.

 

Sedentarismo infantil e na adolescência

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O sedentarismo não acomete apenas os adultos, ele também é bastante comum na infância e adolescência, trazendo consequências para a vida adulta.

Uma criança sedentária pode tornar-se um adulto obeso. Porém, as crianças magras também podem sofrer as consequências do sedentarismo.

Muitas crianças substituíram o ato de brincar por assistir TV, jogar vídeo-game, usar computadores e tablets. Os adolescentes também passam horas em frente aos computadores, TV e utilizando celulares.

Além da falta de atividades físicas, crianças e adolescentes tendem a se alimentar de mais doces, chocolates, biscoitos e refrigerantes, o que contribui para a obesidade.

Sedentarismo e obesidade

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A obesidade pode surgir em decorrência do sedentarismo. Isso acontece quando o sedentarismo é associado a uma dieta rica em açúcares e gorduras.

A obesidade é o acúmulo de gordura corporal em excesso, caracterizada pelo volume excessivo do ventre e de outras partes do corpo.

Dicas para sair do sedentarismo

Para sair do sedentarismo é necessário dar início a realização de atividades físicas. Elas podem iniciar de forma leve e aumentar de intensidade com o tempo.

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As principais dicas para sair do sedentarismo são:

  • Realizar uma alimentação saudável;
  • Praticar no mínimo 30 minutos de atividade física por dia;
  • Preferir realizar pequenos trajetos caminhando;
  • Praticar a ginástica laboral, no caso de trabalhos em escritórios;
  • Trocar elevadores por escadas;
  • Realizar atividades domésticas.

 

Saúde

Transtorno de Ansiedade. Entenda como funciona.

Olá pessoal!! Tudo bem?

O que é Transtorno de ansiedade generalizada?

A ansiedade é uma reação normal do ser humano diante de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa. No entanto, quando esse sentimento persiste por longos períodos de tempo e passa a interferir nas atividades do dia a dia, a ansiedade deixa de ser natural e passa a ser motivo de preocupação. Esse, na verdade, é o principal sintoma do Transtorno da ansiedade generalizada (TAG), um distúrbio caracterizado pela “preocupação excessiva ou expectativa apreensiva”, de acordo com a quarta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-IV).

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Causas

O transtorno da ansiedade generalizada é uma doença comum. Tal como acontece com muitas condições de saúde mental, não se sabe ao certo o que causa esse distúrbio.

Acredita-se, porém, que o transtorno da ansiedade generalizada esteja diretamente relacionado a alguns neurotransmissores que ocorrem naturalmente em nosso cérebro, a exemplo da serotonina, dopamina e norepinefrina. Outra crença é a de que um conjunto de fatores possam estar envolvidos nas razões pelas quais um indivíduo possa vir a apresentar a doença, entre eles genética e fatores externos, como o estresse do dia a dia e a qualidade de vida da pessoa.

Fatores de risco

Fatores que podem aumentar o risco do transtorno de ansiedade generalizada incluem:

Gênero

Mais do que o dobro do número de casos de transtorno de ansiedade generalizada ocorre em mulheres. Acredita-se que uma combinação de fatores, como mudanças hormonais e maior exposição ao estresse, possam agravar esse quadro.

Trauma na infância

As crianças que sofreram abuso ou algum tipo de trauma, ou que até mesmo testemunharam eventos traumáticos, estão em maior risco de desenvolver transtorno de ansiedade generalizada em algum momento da vida.

Doenças concomitantes

Ter uma condição crônica de saúde ou doença grave, como o câncer, pode levar à constante preocupação com o futuro, ao tratamento e questões financeiras. Estresse do dia a dia pode desencadear no transtorno também.

Personalidade

As pessoas com alguns tipos de personalidade são mais propensas a transtornos de ansiedade do que outras. Além disso, alguns transtornos de personalidade, como o Borderline, também podem estar ligados ao TAG.

Genética

O transtorno de ansiedade generalizada também pode estar no sangue. Mais de uma pessoa da mesma família pode apresentar esse distúrbio.

Abuso de substâncias

Uso excessivo de drogas ou álcool pode piorar e até levar ao transtorno de ansiedade generalizada. A cafeína e a nicotina, presente no cigarro, também podem aumentar a ansiedade e conduzir o indivíduo à doença.

Sintomas de Transtorno de ansiedade generalizada

O principal sintoma do transtorno de ansiedade generalizada é a presença quase permanente de preocupação ou tensão, mesmo quando há poucos motivos ou quando não existe um motivo algum para isso. As preocupações parecem passar de um problema para outro, como questões familiares, amorosas, relacionadas ao trabalho, à saúde ou de várias outras origens.

Mesmo quando as pessoas com esse transtorno têm consciência de que suas preocupações ou medos são mais fortes do que o necessário, elas ainda têm dificuldade para controlar essas reações.

Outros sintomas de ansiedade incluem:

  • Dificuldade de concentração
  • Fadiga
  • Irritabilidade
  • Problemas para adormecer ou para permanecer dormindo e um sono que raramente é revigorante e satisfatório
  • Inquietação, geralmente ficando assustado com muita facilidade.

Além das preocupações e ansiedades, diversos sintomas físicos também podem se manifestar, incluindo tensão muscular (tremedeira, dores de cabeça) e problemas de estômago, como náusea ou diarreia.

Buscando ajuda médica

Sentir ansiedade é normal, mas quando ela passa a ser persistente e fora de seu controle, é bom marcar uma consulta médica. Principalmente quando:

  • Há preocupação excessiva, a ponto de interferir no trabalho, relacionamentos em outras partes de sua vida
  • Há sintomas de depressão, de alcoolismo ou dependência química a drogas
  • Há pensamentos ou comportamentos suicidas.

Preocupações derivadas do transtorno de ansiedade generalizada não desaparecem por conta própria – pelo contrário, elas só tendem a piorar. Por isso, tratamento e suporte médicos são imprescindíveis. Procurar ajuda médica antes da ansiedade se tornar um problema ainda maior também é crucial para evitar complicações.

Na consulta médica

Entre as especialidades que podem diagnosticar o transtorno da ansiedade generalizada estão:

  • Clínica médica
  • Psiquiatria
  • Neurologia

Estar preparado para a consulta pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Dessa forma, você já pode chegar à consulta com algumas informações:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade

O médico provavelmente fará uma série de perguntas, tais como:

  • Quando os sintomas começaram?
  • Como é sua rotina? Qual a carga de estresse que você costuma enfrentar no seu dia a dia?
  • Você sente-se constantemente cansado, irritado e com dificuldade para se concentrar em tarefas do dia a dia?
  • Você tem tido pensamentos ou comportamentos associados ao suicídio?
  • Você tomou alguma medida para aliviar os sintomas? E funcionou?
  • Com que frequência você se sente ansioso?
  • Você sente que a ansiedade está afetando sua qualidade de vida?

Diagnóstico de Transtorno de ansiedade generalizada

Um médico especialista em saúde mental, preferencialmente um psiquiatra, vai tomar uma série de medidas para ajudar a analisar se seu caso é mesmo de transtorno de ansiedade generalizada ou se sua ansiedade tem outra origem. Ele pode começar o processo de diagnóstico fazendo perguntas detalhadas sobre seus sintomas e histórico médico, bem como sobre o histórico familiar para doenças mentais também. Em alguns casos, eles usam questionários psicológicos padronizados que ajudam a identificar o que está acontecendo com o paciente. O médico também pode fazer um exame físico para procurar sinais de que sua ansiedade pode estar ligada a uma condição médica subjacente, especialmente se ela for física, como rigidez muscular, entre outras possíveis razões.

Para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade generalizada, você deve atender a alguns critérios enunciados no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM). Este manual é publicado pela Associação Psiquiátrica Americana e é usado por profissionais de saúde mental para diagnosticar as condições mentais e por companhias de seguros para reembolsar para o tratamento.

Os seguintes critérios devem ser atendidos para o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada:

  • Ansiedade e preocupação excessivas sobre diversos eventos ou atividades na maioria dos dias da semana, por pelo menos seis meses
  • Dificuldade em controlar os seus sentimentos de preocupação
  • Ansiedade ou preocupação que possa causar sofrimento significativo ou interfere com na rotina
  • Ansiedade que não está relacionada a uma outra condição de saúde mental, tais como ataques de pânico, abuso de substância ou transtorno de estresse pós-traumático (PTSD)
  • Pelo menos três dos seguintes sintomas em adultos e uma das seguintes opções em crianças: inquietação, fadiga, dificuldade de concentração, irritabilidade, tensão muscular ou problemas de sono.

O transtorno de ansiedade generalizada geralmente ocorre junto com outros problemas de saúde mental também, que podem precisar de um diagnóstico e tratamento mais específicos. Alguns distúrbios que geralmente ocorrem com transtorno de ansiedade generalizada incluem:

  • Fobias
  • Síndrome do pânico
  • Depressão
  • Abuso de substâncias
  • Transtorno de estresse pós-traumático.

Se o médico ou médica suspeitar que a ansiedade possa ser causada por outro motivo que não seja por TAG, ele ou ela poderá pedir exames de sangue, exames de urina ou outros testes para procurar sinais de um problema físico.

Tratamento de Transtorno de ansiedade generalizada

O objetivo do tratamento é ajudar o paciente a agir normalmente na vida cotidiana, limitando suas preocupações. Uma combinação de medicamentos e terapia cognitivo-comportamental (TCC) funciona melhor que uma técnica ou outra isoladamente.

Os medicamentos são uma parte fundamental do tratamento. Depois de começar a tomá-los, não interrompa o tratamento sem conversar com seu médico. Medicamentos que podem ser usados são inibidores de recaptação de serotonina e norepinefrina, alguns antidepressivos e antiepilépticos, entre outras opções.

A terapia cognitivo-comportamental ajuda a compreender os comportamentos e como conseguir controlá-los. Durante a terapia, e também em casa, o paciente aprenderá a:

  • Compreender e aprender a controlar as visões distorcidas das supostas fontes de estresse da vida, como o comportamento de outras pessoas ou eventos importantes
  • Reconhecer e substituir os pensamentos que causam pânico, diminuindo o sentimento de impotência
  • Gerenciar o estresse e relaxar quando os sintomas ocorrerem
  • Evitar pensar que as pequenas preocupações se transformarão em problemas muito graves
  • Evitar cafeína, drogas ilícitas e até mesmo alguns remédios para gripe também pode ajudar a minimizar os sintomas
  • Um estilo de vida saudável que inclua exercícios, descanso suficiente e boa alimentação pode ajudar a diminuir o impacto da ansiedade.

Medicamentos para Transtorno de ansiedade generalizada

Os medicamentos mais usados para o tratamento de transtorno de ansiedade generalizada são:

  • Alenthus XR
  • Ansitec
  • Bromazepam
  • Clopam
  • Cymbalta
  • Dual
  • Efexor XR
  • Escitalopram
  • Exodus
  • Efexor XRFrontal
  • Lexapro
  • Lyrica
  • Mirtazapina
  • Paroxetina
  • Rivotril.

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique. Não interrompa o uso do medicamento sem consultar um médico antes e, se tomá-lo mais de uma vez ou em quantidades muito maiores do que a prescrita, siga as instruções na bula.

Complicações possíveis

Transtorno de ansiedade generalizada não faz apenas com que o indivíduo sinta-se persistentemente ansioso e preocupado. A doença também pode levar a outras condições de saúde física e mental, incluindo:

  • Depressão
  • Abuso de substâncias, como drogas ilícitas e álcool
  • Problemas para dormir (insônia)
  • Problemas digestivos ou intestinais
  • Dores de cabeça
  • Ranger os dentes (bruxismo)
  • Transtornos por uso de substância

Transtorno de ansiedade generalizada tem cura?

A recuperação do indivíduo depende da gravidade da doença. O TAG pode persistir e ser difícil de tratar, entretanto, a maioria dos pacientes melhora com uma combinação de medicamentos e terapia comportamental.

Prevenção

Não há formas comprovadamente efetivas para prevenir o transtorno de ansiedade generalizada. Evite fazer uso excessivo de álcool, cigarro, cafeína e corte drogas ilícitas definitivamente.

Referências
DSM-V, American Psychiatric Association – Manual de Diagnóstico e Estatístico de Distúrbios Mentais 5ªed. Edit. Artes Médicas

Bjs!♥

Saúde

Cefaleia: O que é, sintomas, tratamentos e tipos.

Olá pessoal!! Tudo bem?

Este é um assunto que muito me interessa. Eu sou a rainha da dor de cabeça…Como me incomoda…fico completamente nervosa quando sinto dores.

É estimado que 90% da população mundial já apresentou ou irá apresentar algum episódio de cefaleia ao longo da vida. Por isso, recomenda-se uma avaliação completa e criteriosa do paciente que apresenta algum tipo de cefaleia.

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O que é

“Cefaleia” ou “Cefalgia” são os nomes científicos para a popular “dor de cabeça”. Pode ocorrer de modo isolado, quando apresenta um complexo sintomático agudo, como a enxaqueca; ou então quando provém de uma doença em desenvolvimento, como infecções. No caso da dor ser aguda, chamamos de cefaleias primárias e se associada a alguma doença, cefaleias secundárias.

Qual profissional devo procurar? Qual o diagnóstico?

O profissional que diagnostica a cefaleia é o médico cefaliatra, um neurologista especializado em cefaleias. O diagnóstico é baseado na compreensão da fisiopatologia dessas dores de cabeça, na obtenção de uma história clínica e da realização de um exame físico e neurológico criterioso para formular um diagnóstico diferencial. O diagnóstico da cefaleia é eminentemente clínico.

Dependendo do caso de cada paciente, geralmente nos de caráter secundário, podem ser que o médico solicite exames subsidiários, como: estudo radiológico funcional da coluna, tomografia e/ou ressonância magnética de crânio, eletroencefalograma, exames laboratoriais com análise do liquor e do sangue, e ainda uma biópsia de artéria temporal para estabelecer um melhor diagnóstico.

Como identificar? Quais são os sintomas?

As dores de cabeça podem se manifestar de maneira súbita, subaguda ou crônica.

Há fatores que antecedem a dor de cabeça, como crises de cefaleia em salvas após ingestão de álcool, ou serem desencadeadas por consumo de queijos ou vinhos, levando à enxaqueca.

Algumas cefaleias podem ser acompanhadas de sintomas que antecedem a dor propriamente dita, como alterações visuais de curta duração (aura visual), pontos luminosos na visão (escotomas cintilantes), irritação, astenia, falta de apetite e/ou depressão.

A dor pode ser de característica pulsátil, latejante, pressão, aperto, fincadas, ardência, lancinante, também nos níveis fraco, moderado, intenso, constante ou em salvas. Também pode ser unilateral, bilateral, holocraniana (toda cabeça), frontal, retrocular, occiptal ou mesmo seguindo o padrão de distribuição das divisões do nervo trigêmeo na face.

A cefaleia pode associar-se à sintomatologia autômica (náuseas, vômitos, hiperemia ocular, lacrimejamento, obstrução nasal, sensibilidade à luz e ao som) ou até mesmo sistêmica, como a perda de peso recente, febre, mal-estar, cansaço e inapetência.

Quais os tipos de Cefaleia? E as suas causas?

A cefaleia divide-se em vários tipos, aqui vamos colocá-la em dois grandes grupos, as dores primárias que são mais leves e as secundárias, ocasionadas por outras doenças. Acompanhe:

Cefaleia primária

Caracterizada pelas cefaleias crônicas de natureza primária, que na maioria das vezes tem início em enxaquecas, cefaleias tensionais e cefaleias em salvas.

Cefaleia secundária

Caracteriza-se por uma dor de cabeça associada a outras doenças, como aneurisma cerebral, sinusite, tumor cerebral, etc. A maioria dessas dores de cabeça desaparece quando a doença que a causa é curada. Essas dores podem ocorrer devido a alterações do organismo e da interação do indivíduo com o ambiente. As cefaleias secundárias podem ter como causa:

  • Doenças que afetam as artérias, veias e a circulação do cérebro (aneurismas cerebrais, arterite, isquemias cerebrais, trombose venosa cerebral e sangramentos no cérebro).
  • Doenças que fazem a pressão de dentro da cabeça (não confundir com pressão arterial) aumentar ou diminuir.
  • Ingestão ou exposição a produtos químicos nocivos e tóxicos (gás carbônico, álcool, drogas e/ou glutamato monossódico).
  • Traumas (traumatismo) cranianos e/ou cervicais (batidas na cabeça e/ou pescoço).
  • Tumores cerebrais.
  • Uso excessivo de analgésicos ou pela retirada de substâncias (opióides e cafeína).
  • Infecções (no cérebro, como meningite viral, meningite bacteriana, meningites crônicas, abscesso cerebral, ou em qualquer lugar do corpo como sinusite, mastoidite, otite);
  • Alteração metabólica, por desequilíbrios do funcionamento do organismo (alterações de hormônios, pressão arterial, oxigenação);
  • Problemas das estruturas pericranianas, ou seja, qualquer problema de olhos, ouvido, nariz e seios da face, dentes e atm, pescoço.

As cefaleias agudas ou súbitas geralmente constituem a manifestação de uma patologia intracraniana como hemorragia subaracnóide ou de outras doenças cerebrovasculares ou infecciosas (meningites, encefalites, etc.). Entretanto, elas podem ocorrer também após punção lombar (procedimento médico especializado para diagnóstico de enfermidades neurológicas) ou até durante manobras fisiológicas que possam aumentar a pressão intra-abdominal e, consequentemente, a intracraniana, como exercícios físicos intensos e relações sexuais.

Quando de manifestação subaguda, pode ser resultante de enfermidades inflamatórias do tecido conjuntivo, como a artrite de células gigantes ou mesmo de processos tumorais intracranianos (tumores, abscessos cerebrais, metástases cerebrais, hematomas subdurais), além de hipertensão intracraniana benigna (pseudotumor cerebral), neuralgia do trigêmeo/glossofaríngeo e crise hipertensiva.

Os tipos de Cefaleias

Enxaqueca

Este tipo de cefaleia tem como principal característica uma dor pulsátil em um dos lados da cabeça (às vezes ocorre nos dois), geralmente é acompanhada de fotofobia e fonofobia, náusea e vômito. Sua duração varia de quatro a 72 horas, e pode ser mais curta em crianças. Sua causa ainda é desconhecida, mas relaciona-se com alterações cerebrais e hereditariedade.

Segundo dados do Ministério da Saúde, de 5 a 25% das mulheres e 2 a 10% dos homens tem enxaqueca, contudo, ela é predominante em pessoas com idades entre 25 e 45 anos, sendo que após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir, principalmente nas mulheres. A enxaqueca ocorre em 3 a 10% das crianças, afetando igualmente ambos os gêneros antes da puberdade, mas tem predominância no sexo feminino após essa fase.

A enxaqueca crônica ocorre em 15 ou mais dias do mês, sendo oito dias com crises típicas de enxaqueca, por mais de três meses, quando há ausência de abuso de medicamentos. Os principais causadores da Enxaqueca são:

  • Abuso de medicamentos.
  • Esforço físico.
  • Estresse.
  • Fome.
  • Fortes odores (perfume).
  • Irregularidades no sono.
  • Luzes e sons intensos.
  • Mudanças bruscas de temperatura e de umidade.

É comum as mulheres apresentarem enxaqueca na fase menstrual, também conhecida como “enxaqueca menstrual”, e tem melhora apenas na menopausa. Os sintomas da enxaqueca consistem em: náusea, vômitos, bocejos, irritabilidade, sensibilidade à luz, ao som e ao movimento do corpo ou do ambiente, tonturas, fadiga, alterações no apetite, problemas de concentração, bem como dificuldade para encontrar as palavras.

Cefaleia em salvas

Este tipo de cefaleia é rara, muitos ainda confundem com a enxaqueca, porém suas dores não passam nem perto dela. Entre os principais sintomas e características da cefaleia em salvas estão:

  • Apenas do lado da dor os seguintes sintomas aparecerão, nunca nos dois lados: dor muito intensa, extrema, excruciante (pode ainda doer cada lado da cabeça alternadamente). O olho fica vermelho, lacrimeja bastante e incha, incluindo o cair da pálpebra que deixa o olho semifechado ou fechado. A narina escorre (coriza) e entope (congestão nasal). A face transpira, brilhando de suor e incha alterando a fisionomia durante a crise.
  • A crise não é acompanhada por enjoo (náuseas) ou vômitos.
  • O paciente não tem sensibilidade à claridade ou barulho.
  • O paciente não consegue relaxar ou ficar parado devido a dor, geralmente anda de um lado para outro, pode atirar móveis e objetos no chão ou contra a parede devido ao desespero.
  • O paciente pode sofrer traumas e fraturas ao esmurrar, chutar ou bater com a cabeça violentamente em paredes ou objetos.
  • O indivíduo se retira da presença de outras pessoas e se isola para que ninguém possa ver a degradação humana provocada pela crise de cefaleia em salvas.

Cada crise de cefaleia em salvas dura entre 30 minutos a 2 horas, diferentemente da crise de enxaqueca que dura entre 4 horas a 3 dias. A crise de cefaleia em salvas corresponde a 3 dias de crise fortíssima de enxaqueca concentrados em 30 ou 45 minutos, podendo ocorrer 3, 4 e até 5 dessas crises de cefaleia em salvas em um único dia.

Quase sempre o paciente saberá especificar precisamente o(s) horário(s) do dia em que sua(s) crise(s) acontece(m). É comum uma delas ocorrer de madrugada, de 1 a 2 horas após o indivíduo adormecer. Depois da crise de cefaleia em salvas, a dor de cabeça pode passar completamente, ou a cabeça pode permanecer dolorida, até a próxima crise.

Estas crises permanecem diárias por um período que varia entre algumas semanas e alguns meses, e em seguida costumam simplesmente ir embora, como se nada tivesse acontecido. Esse período durante o qual as crises ocorrem é conhecido como “episódio de salvas”. Cada episódio desse de salvas costuma ocorrer na mesma época do ano para o mesmo paciente.

Por exemplo, o paciente já sabe que todo mês de janeiro e fevereiro acontece o “episódio de salvas”, todos os anos. Em outros, os episódios de salvas vêm a cada 2 ou 3 anos. E outros, mais de uma vez ao ano, quase sempre em épocas pré-determinadas. E uma minoria dos portadores de cefaleia em salvas não possui episódios de salvas bem definidos, podendo ter crises de cefaleia em salvas a qualquer época, a qualquer momento.

Durante o “episódio de salvas”, e apenas durante esse período, o paciente não consegue ingerir nenhuma bebida alcoólica, mesmo que seja um teor muito baixo de álcool, já é o suficiente para desencadear imediatamente uma crise extra de cefaleia em salvas. Fora do “episódio de salvas”, este mesmo paciente ingere bebidas alcoólicas normalmente. A cefaleia em salvas ocorre muito mais em mulheres, enquanto a cefaleia comum não tem distinção de paciente.

Cefaleia tensional

A enxaqueca é um tipo de cefaleia relacionada com a tensão ou contração exagerada, anormal e mantida de grupos musculares dos ombros, pescoço, couro cabeludo e até face. Esta é a dor de cabeça mais comum que existe, mas por não ser tão intensa e incapacitante, faz com que seus portadores (mesmo crônicos) não procurem tanto a ajuda médica como quem sofre de enxaqueca.

Este tipo de cefaleia não tem uma causa única, há pacientes que tem a dor de cabeça de tensão por causa da contração involuntária e crônica de músculos na parte de trás do pescoço e do couro cabeludo. Essa tensão muscular pode ter várias causas, como:

  • Ansiedade.
  • Cansaço.
  • Estresse emocional ou mental, incluindo depressão.
  • Excesso de exercícios.
  • Fome.
  • Má postura.
  • Repouso insuficiente.

As dores de cabeça tensionais podem ser desencadeadas, em sua maioria, por algum tipo de estresse de origem externa ou interna. Ainda existe a cefaleia tensional episódica que geralmente acontece por uma situação estressante isolada ou um acúmulo de estresse. Se um indivíduo está exposto ao estresse diariamente ele corre o risco de sofrer este tipo de cefaleia tensional. Entre os fatores que podem desencadeá-la estão: ingestão de álcool e cafeína (em excesso ou abstinência), gripe, resfriado, fadiga, fadiga visual, fumo em excesso, problemas odontológicos (bruxismo), congestão nasal, esforço físico excessivo e sinusite.

A cefaleia tensional pode ser episódica (menos de 15 dias por mês) ou crônica (mais de 15 dias por mês). O tipo crônico pode variar em intensidade ao longo do dia, mas a dor quase sempre está presente. A forma aguda também pode evoluir para a crônica.

A Cefaleia tem cura? Qual é o tratamento?

O tratamento dependerá do diagnóstico e das causas de base estabelecidos, assim como se ela terá ou não cura.

O tratamento pode ser apenas com medicamentos, que podem ser:

  • Analgésicos comuns: Advil, Aspirina, Dorflex, Naldecon, Neosaldina, Tylenol, etc.
  • Anticonvulsivantes: fenitoína, carbamazepina, gabapentina, topiramato, divalproato de sódio.
  • Drogas específicas para tratamento de enxaqueca (ergotamínicos e triptanos): Cefalium.
  • Relaxantes musculares (benzodiazepínicos, baclofeno): Torsilax.

É importante lembrar que o mercado medicamentoso oferece variedades de remédios para os mais diversos tipos de dor de cabeça, contudo, não se automedique, consulte o seu médico para saber qual é o mais indicado para o seu tipo de dor de cabeça e organismo (principalmente gestantes).

Também há os casos mais graves, como nas hemorragias intracranianas ou mesmo meningites/encefalites, em que há necessidade de internação hospitalar, tratamento cirúrgico e até mesmo procedimentos neurocirúrgicos.

Ainda existem alguns pré-tratamentos caseiros, para aliviar a dor, como chás de gengibre, cavalinha, chapéu-de-couro,  dente-de-leão com alfazema e tanchagem. Antes da ingestão destes tipos de chás, também consulte o seu médico.

Atenção! 

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas nesse site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Sendo a doença mais comum no mundo, muitas pessoas acabam se automedicando e não consultam um especialista. Aproveite para compartilhar estas informações com as pessoas que você conhece ou já ouviu queixando-se sobre dores de cabeça, as vezes o problema pode ser muito mais sério do que pensam!

Referências:

https://www.cefaleias.com.br
https://www.abcdasaude.com.br/neurologia/dor-de-cabeca-cefaleia
http://www.enxaqueca.com.br/blog/cefaleia-em-salvas/
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/cefaleia-tensional
http://www.dordecabeca.com.br/categoria/dor-de-cabeca/cefaleia-tensional/

Fonte: Minuto saudável

Bjs!!♥

Saúde

Quinoa previne câncer e ajuda na perda de peso.

Olá pessoal!! Tudo bem?

Vamos falar de coisas boas para nossa saúde?

quinoa

A quinoa é o alimento que tem todos os aminoácidos essenciais, minerais e vitaminas que o corpo precisa para funcionar corretamente. Não é à toa que ela ganhou uma data especial pela Organização das Nações Unidas (ONU), que elegeu 2013 como o Ano Internacional da Quinoa. Continue lendo “Quinoa previne câncer e ajuda na perda de peso.”

Saúde

A influência das cores na sua alimentação

Olá Pessoal!! Tudo bem?

Todos sabemos a importância de uma alimentação saudável. Hoje irei falar sobre os beneficios de varias as cores no nosso cardápio.

Por trás da cor dos alimentos, esconde-se informação sobre aquilo que contribui para a nossa saúde e bem-estar.

Podemos classificar as frutas e legumes em cinco grupos organizados pela cor: verde, amarelo e laranja, vermelho, roxo e branco. Casa alimento dentro desses grupos contém substâncias concretas com efeitos funcionais e benéficos para a saúde. Continue lendo “A influência das cores na sua alimentação”

Saúde

FEBRE AMARELA: Vacina é segura? Repelente ajuda? Tire todas as dúvidas.

Olá Pessoal!! Tudo bem?

Esta semana farei dois posts no blog. Na sexta como de costume, e hoje. Devido a popularidade da doença, resolvi colocar um texto falando sobre.
Saiba como o vírus é transmitido, entenda quem deve tomar a vacina e veja quais outros cuidados são necessários para prevenir a doença infecciosa

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Continue lendo “FEBRE AMARELA: Vacina é segura? Repelente ajuda? Tire todas as dúvidas.”