Fitness · Saúde e bem-estar

Nutrólogo, nutricionista e endocrinologista: qual procurar na hora de fazer uma dieta?

Olá Pessoal!!

Tudo bem?

Muitos tem a dúvida: Quem eu procuro na hora de uma fazer dieta? Qual profissional é mais adequado para a minha necessidade? Nutrólogo, nutricionista ou endocrinologista?

Médico Para Emagrecer – Saiba Qual Você Deve Procurar

Eis ai, algumas das mais frequentes perguntas quando o assunto é dieta. Essas dúvidas surgem porque a maioria das pessoas não sabem qual tipo de profissional é mais adequado para ajudá-las e o que os diferencia.

O nutricionista, por exemplo, é recomendado quando o paciente necessita de uma reeducação alimentar. Neste caso, esse tipo de tratamento requer empenho do paciente, pois o êxito dependerá exclusivamente dele.

Já o endocrinologista, por sua vez, identifica se a pessoa possui problemas hormonais que a impedem de perder peso e diagnostica doenças que acompanham a obesidade, como diabetes e colesterol alto. Esse médico pode indicar remédios redutores de apetites ou reguladores, se achar necessário. Por outro lado, o nutrólogo, outra especialidade médica se dedica ao diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças diretamente ligadas ao comportamento alimentar.

No entanto, para que se faça esta escolha é importante destacar que o que determina o profissional a ser consultado é a necessidade de cada paciente. O ideal segundo especialistas é que se faça uma avaliação com uma equipe multidisciplinar, para que então, seja definido qual dos profissionais, (nutrólogo, endócrino ou nutricionista) se encaixa melhor naquilo que você precisa.

CONFIRA ABAIXO ÁREAS DE ATUAÇÃO ESPECÍFICAS DO ENDOCRINOLOGISTA E DO NUTRÓLOGO:

NUTRÓLOGO

Tratamento da obesidade;

Tratamento dos transtornos alimentares: anorexia e bulimia;

Nutrição esportiva em atletas;

Nutrição preventiva;

Nutrição na terceira idade e qualidade de vida;

Avaliação da composição corporal;

Tratamento de doenças influenciadas pela nutrição: câncer, cardiopatia, hipertensão, hipercolesterolemia (aumento do colesterol), diabetes, doença reumática, osteoporose; Avaliação nutricional: pós-operatório, má absorção, alcoolismo, desnutrição;

Nutrição parenteral e enteral.

ENDOCRINOLOGISTA

Andropausa: Os hormônios masculinos podem diminuir quando o homem envelhece. Nesse caso, algumas pessoas podem sentir cansaço, diminuição da força muscular e disfunção sexual, necessitando da ajuda do especialista para fazer reposição hormonal.

Colesterol e Triglicerídeos: A alimentação errada e algumas doenças podem levar ao aumento do colesterol e dos triglicerídeos em adultos e crianças. Com um tratamento adequado, o risco de futuras complicações cardiovasculares é reduzido.

Crescimento: Uma criança saudável tem um crescimento normal. O crescimento deficiente ou excessivo pode ocorrer em função de alterações hormonais, nutricionais ou genéticas.

Diabetes: Se você tem excesso de peso, parentes com diabetes, hipertensão ou alterações de gordura no sangue, procure um endocrinologista. Você poder desenvolver diabetes! Mas se você bebe muita água, urina muito e perde peso pode estar diabético.

Distúrbios da Menstruação: Alterações do ciclo menstrual (falta de menstruação ou menstruação mais de uma vez ao mês) podem significar problemas hormonais. Por isso, necessitam de investigação e tratamento adequado.

Distúrbios da Puberdade: Crianças que desenvolvem precocemente pelos pubianos, odor axilar e desenvolvimento das mamas, apresentam distúrbios hormonais e necessitam avaliar a origem do problema. Os adolescentes que não desenvolvem essas características também necessitam de uma avaliação.

Doenças da Glândula Supra-Renal: Aumento de peso, estrias avermelhadas, pelos excessivos, pressão alta ou baixa, puberdade precoce, além do escurecimento da pele podem significar problemas na glândula supra-renal.

Doenças da Hipófise: Tumores da hipófise podem levar à presença de leite nas mamas, fora do período de amamentação, além de mudanças faciais, aumento do número do sapato, dores de cabeça e distúrbios da visão.

Excesso de Pelos: Mulheres com excesso de pelos na face (hirsutismo), acne ou amento da musculatura, podem estar com produção excessiva de hormônios masculinos.

Obesidade: A obesidade representa um risco para a saúde das crianças e dos adultos. O tratamento orientado pelo especialista evita uma série de complicações, como as cardiovasculares e as ortopédicas.

Osteoporose: Trata-se de uma doença endócrina. Dores nos ossos e fraturas frequentes podem significar enfraquecimento ósseo. Procure o seu endocrinologista. Ele pode diagnosticar e indicar o tratamento mais adequado.

Reposição Hormonal da Menopausa: A reposição hormonal é um tratamento eficaz, feito com hormônios iguais ao da própria mulher, para amenizar o desconforto e os riscos causados pela menopausa.

Tireóide: Nódulos ou aumento de volume do pescoço; nervosismo; insônia e alterações no ritmo intestinal; coração acelerado; perda ou ganho de peso;e excesso de frio ou calor podem revelar distúrbios da tireóide.

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Dica Fitness: Chloe Ting Free Workout Programs

Olá Pessoal!!

Tudo bem?

Se tem uma coisa que esta quarentena veio potenciar foi: exercício físico, já que não há corpo (e mente, verdade seja dita) que aguente esta temporada em casa, muito menos quando a comida está a 3 passos de distância…

Com as academias fechadas, os nossos quartos e salas viraram autênticos centros fitness, e as nossas televisões e computadores viraram instrutores. E foi no YouTube (onde mais?!) que descobri Chloe Ting e os seus programas (gratuitos) de exercícios. Decidi então tentar o programa de duas semanas: 2 Week Shred Challenge.

Composto por 2 a 4 vídeos diários (25 a 45 min de treino) e dois dias de descanso, este programa promete um corpo bem mais definido e estreito em apenas duas semanas. É sugerido tirar medidas abdominal, cintura e busto antes de começar o programa e depois no fim, e com isso perceber se o programa resultou ou não. Vamos ver então o que aconteceu comigo.

Chloe Ting - 2 Weeks Shred Challenge - Free Workout Program

Fiquei bem confiante quando comecei o plano de 2 semanas dela, isto porque já tinha perdido umas boas horas no Youtube vendo vídeos de reviews dos programas e de como as pessoas tinham melhorado a sua condição e aparência física em apenas duas semanas.
Decidi que, para ver se o programa realmente resultava ou não em mim, não iria mudar em nada a minha alimentação, por isso, obviamente não comia gordices todos os dias, mas quando tinha dias que me apetecia, não me privava delas…. Não me medi em nenhum momento porque não gosto de me prender aos dígitos da balança e da fita métrica. Prefiro sim ver os abs  aparecer, caso chegue a esse ponto 😂 A única coisa que fiz foi tirar uma fotografia um dia antes de começar o programa e que utilizei depois mais tarde para comparar.

Indo direto ao ponto: Tive resultado! Não alterei em nada a minha alimentação (continuo a comer o que me apetece) ao longo destas duas semanas e bastou uma para começar a ver resultados. Primeiro na força e na resistência, uma vez que se tornou cada vez mais fácil fazer o treino diário, cumprindo os tempos e as repetições. E depois, para surpresa minha, notei bastante mudança na região abdominal e da cintura.

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Não tenho muito mais a dizer, a não ser que consegui atingir (e superar até) os meus objetivos. Chego ao fim do treino muuito cansada fisicamente, mas super bem mentalmente, e mais que isso foi perceber o quanto o nosso corpo consegue mudar em tão pouco tempo! Terminado este desafio, e porque gostei mesmo dos treinos da Chloe, passei para o plano de 25 dias, que trabalha abdominais, cintura e glúteos. Em 10 dias já consigo notar mais diferença.

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Para quem está lendo este post e quer começar com um dos programas dela, tenho mais duas recomendações para vocês. A primeira é não ficar olhando para ela fazer os exercícios e façam à sua velocidade. Neste tipo de “aulas” tendemos a acompanhar a velocidade do “professor”, acabando muitas vezes fazendo mal os exercícios. Os vídeos dela têm “bips” sonoros que dizem quando é para começar e acabar um certo exercício e passar para outro, por isso tentem ver qual o próximo exercício e como fazê-lo e depois sigam com o vosso ritmo. A segunda recomendação é não sentirem-se frustrados ou menos capazes só porque têm de recorrer à segunda opção menos intensa do exercício. É o que dizem, de grão-a-grão, a galinha enche o papo! Melhore primeiro a sua técnica e depois sim, passem para a opção de alto impacto 😉

Para acessar os programas: https://www.chloeting.com/program/

Me conte se você se motivou ou vai continuar na preguiça rsrsrs

Bjs!!♥

Saúde e bem-estar

Táticas para lidar com a ansiedade em tempos de pandemia

Olá pessoal!! Tudo bem?

À medida em que o coronavírus continua a se espalhar pelo mundo, aumentando o número de casos confirmados da doença, a ansiedade relacionada ao surto do Covid-19 também cresce.
Pessoas que já sofrem de ansiedade e problemas parecidos são especialmente propensas a passar momentos difíceis durante a crise do coronavírus.

Covid-19: Combater a ansiedade em tempos de pandemia

Dados apontam que o Brasil é o 16° país que mais sofre com ansiedade, segundo levantamento Tracking the Coronavirus, realizado semanalmente pela pesquisadora Ipsos com entrevistados de 16 países.

Segundo a pesquisa, quatro em cada dez brasileiros (41%) têm sofrido de ansiedade como consequência do surto do novo coronavírus. As mulheres são as mais afetadas: enquanto 49% se declaram ansiosas, 33% dos homens estão lidando com o sintoma no momento.

No entanto, a ansiedade de vez em quando é comum em situações da vida que a pessoa precisa enfrentar algo, porém quando se torna doença, não tem idade e nem perfil, principalmente na crise em que o país vive, tanto econômica quanto na saúde pública.

Enquanto muitos brasileiros já sofrem desse mal todos os dias, depois do medo e a crise que a pandemia do novo coronavírus gerou, a situação ficou ainda preocupante e o volume de procura por ajuda psicológica ficou ainda mais frequente.

DICAS

Se relacione: É importante neste momento manter as relações, mesmo com o isolamento social, é possível manter contato com as pessoas por mensagens, ligações e chamadas de vídeo. Manter nossas relações sociais e ver como estão às pessoas que são relevantes para nós, mesmo que estejam fisicamente distantes, pode ser uma forma de poder dividir nossas angústias e medos.

Exercícios ajudam: Exercícios físicos ajudam a limpar a mente e organizar os pensamentos. Priorize atividades agradáveis e praticar o amor-próprio, além de promoverem a saúde mental, aumentam a autoestima e a autoconfiança.

Se divirta: Fazer atividades agradáveis, hobbies, pode ser um escape para a ansiedade. É fundamental ter uma rotina diária com elementos que geram bem-estar, prazer, nem que seja somente por 30 minutos diários.

Não se cobre tanto: É importante também entender que nem tudo depende de nós, para não nos cobrarmos com coisas que não somos inteiramente responsáveis, faça o que esteja ao seu alcance nesse momento, isso serve para amizades, trabalhos e tarefas. Tudo bem errar, tudo bem não der conta, ninguém é perfeito, mas o importante é continuar tentando, e ter consciência de viver um dia de cada vez.

Cuide da Alimentação: O estresse pode aumentar o desejo de comer alimentos com alto teor de açúcar e gorduras saturadas. Embora a gratificação instantânea possa ser atraente, esses tipos de alimentos geralmente levam a uma queda alta e subsequente imediata que pode aumentar o estresse, a irritabilidade e a ansiedade.

Opte por alimentos ricos em proteínas e potássio que ajudam a acalmar e manter o bom-humor.

Procure ajuda: Não pense que sua ansiedade é frescura ou drama, em função do preconceito e do desconhecimento, é comum as pessoas não darem atenção à transtornos mentais como a ansiedade, que necessitam de tratamento psicológico e às vezes, psiquiátrico. Transtornos mentais não são frescura e podem atingir qualquer um. Não tenha vergonha de buscar ajuda profissional, se sentir necessidade.

Fique bem

Fique em casa

Fique em casa - Município de Ascurra

fonte: site correio do estado; saúde Abril.

 

Saúde e bem-estar

Coronavírus e estética: o cuidado com objetos de uso compartilhado

Olá pessoal! Tudo bem?

 

Todo cuidado é pouco quanto ao coronavírus. Enquanto ainda não surgem medicamentos eficazes para barrar a contaminação e combater o problema, atitudes simples devem ser incorporadas à rotina, já que o perigo vem de todos os lados. Sabe-se que o vírus não gosta de limpeza e dificilmente se dissemina em espaços asseados. Em vários aspectos do cotidiano, há muito o que fazer no enfrentamento da doença.

As regras de higiene valem também para artigos de uso pessoal, muitas vezes compartilhados, como itens de beleza e maquiagem. A orientação é evitar emprestar pincéis, máscaras de cílios ou batom, já que o contato desses objetos como a mucosa da boca, olhos e nariz é o bastante para o contágio.

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O mercado de estética dispõe de produtos para a limpeza de utensílios, como higienizadoresde pincéis, de aplicação simples e eficaz, como sprays e sabonetes líquidos, entre outros.

Para quem atua com maquiagem e lida diariamente com um alto fluxo de clientes nos institutos de beleza, é fundamental limpar, por exemplo, os pincéis após cada trabalho ou, se o próximo cliente entra logo após o anterior, procurar outro conjunto de pincéis. Em relação aos produtos, como corretivo e batom, é recomendado não passá-los diretamente na pele. A máscara de cílios pode ser aplicada com pincéis descartáveis, assim como as sombras.

Nos salões de beleza, tais precauções já fazem parte da rotina de trabalho. Existe sempre a consciência de que fungos, vírus e bactérias podem ser transmitidos por conta de itens usados por mais de uma pessoa.

Antes de tudo, saiba…

A transmissão do novo coronavírus (COVID-19) se dá de pessoa para pessoa, por via respiratória (emissão de gotículas que ficam suspensas no ar ao tossir, falar, espirrar etc) quando se está a curta distância (entre 1,80 m a 2 m da pessoa infectada) ou por contato, através de aperto de mãos, abraço e beijo. Há ainda a possibilidade de transmissão indireta através do contato com superfícies que tenham sido contaminadas com o vírus.

1 – Posso fazer as unhas na manicure?
Ao fazer as unhas, permanecemos em contato próximo com o profissional, com outros clientes do salão e com seus instrumentos de trabalho. É necessário que todos no ambiente mantenham suas mãos higienizadas através de lavagem com água e sabão ou álcool gel a 70% e cuidem da limpeza adequada dos acessórios (lavagem mecânica com água e sabão e esterilização dos alicates). É importante ressaltar que também existe risco de transmissão de outros vírus, como HIV e, mais frequentemente, hepatite B pelo uso de objetos cortantes. No caso do coronavírus, a limpeza com água e sabão ou solução com álcool a 70% é o suficiente para reduzir significativamente a infectividade. Por isso, evite contato com mucosas (coçar os olhos, nariz ou levar as mãos à boca) e, claro, se estiver com sintomas respiratórios e/ou febre, não frequente tais ambientes para não expor outras pessoas ao risco de adoecer.

2 – Posso compartilhar pincéis e maquiagens?
Sabe aquele hábito de se maquiar junto com as amigas antes de algum evento? Nesse momento é preciso evitar! Os objetos de maquiagem devem ser de uso pessoal e, se compartilhados, podem causar a transmissão de coronavírus e também de diversas doenças, como por exemplo, dermatoses causadas por fungos, herpes simples e terçol por bactéria. Portanto, suspenda o compartilhamento de maquiagem ou qualquer produto de beleza entre as pessoas mais próximas.

3 – Posso frequentar o salão de beleza?
Já temos transmissão local do vírus em diversas cidades brasileiras e certamente isso fará com que o número de pessoas infectadas aumente consideravelmente nas próximas semanas. A única forma de evitarmos a doença nesse momento é a prevenção e isso inclui evitar locais fechados com grande quantidade de pessoas. Como ainda não há nenhuma recomendação oficial do Ministério da Saúde para fechamento de estabelecimentos, você pode frequentar o salão desde que não esteja doente e que observe os cuidados já citados acima. Atenção à higienização das mãos, não compartilhar objetos de uso pessoal e respeitar a etiqueta da tosse.

4 – Posso ir à esteticista e massagista?
Durante procedimentos de limpeza de pele e massagem ficamos muito próximos do profissional e, geralmente, esses procedimentos são feitos em ambientes fechados e com pouca circulação de ar. Nesses casos também há contato direto das mãos com o rosto, podendo haver contato com mucosas e isso possibilita o risco de transmissão de doenças respiratórias como o coronavírus. Nesses tempos de aumento expressivo de casos é preciso ter cautela e bom senso para evitar situações de risco.

5 –  Cuidados em casa
Ainda não há nenhum sabonete ou desinfetante específico para se proteger do coronavírus, mas é importante ter sempre por perto água e sabão ou álcool na concentração de 70%, que são úteis na desinfecção das mãos. O fundamental é que a higienização seja feita de forma adequada, ou seja, alcançando todas as regiões das mãos: dorso, palma, espaços interdigitais, parte lateral e base do polegar, pontas dos dedos e pulsos e que o tempo despendido seja suficiente para a ação, cerca de 20 a 30 segundos.

6 –  Hábitos que evitam a contaminação
Para dificultar a contaminação pelo vírus é preciso fazer higienização das mãos com frequência e técnica correta e etiqueta da tosse: ao tossir ou espirrar, usar a região de dentro do cotovelo para proteger a boca e nariz. Dessa forma, você evita contato direto das mãos com secreções ou gotículas. O lenço de papel também pode ser usado, mas devemos descartá-lo em seguida e higienizar as mãos imediatamente após seu uso.

7 – Principais sintomas
Os principais sintomas do COVID-19 são semelhantes a outras infecções respiratórias, como a gripe por influenza. Na maioria dos casos haverá febre, dor no corpo, coriza, tosse, dor de garganta e leve dificuldade para respirar. Lembrando que a transmissão parece ocorrer de forma semelhante em todas as faixas etárias, mas os casos com evolução mais grave – facilmente identificados – ocorrem em idosos. Na terceira idade, a chance de hospitalização e mortalidade são maiores.

 

Fique atento!!

 

Fonte:
revistamarieclaire
Saúde e bem-estar

Quem cuidará de você quando envelhecer?

Olá pessoal!! Tudo bem?

Já se fez a pergunta “Quem cuidará de mim quando eu envelhecer”? Se a resposta for “Eu mesmo”, excelente, afinal, tudo que esperamos é chegar bem à velhice, mantendo a saúde e a autonomia, não? De fato, cada vez mais gente trilha a maturidade com independência ao se preocupar com um envelhecimento saudável e sustentável.

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Ocorre que nascemos e morremos dependentes. Essa é a mais pura verdade. Sim, precisaremos, em algum momento lá na frente, de alguém que cuide de nós, e isso deve ser planejado desde sempre.

Reflita comigo: se hoje você necessitasse de cuidados, por estar impossibilitado de realizar sozinho suas atividades diárias (tais como tomar banho, se alimentar ou dar uma volta no quarteirão), teria alguém próximo para lhe dar apoio?

O fato é que hoje grande parcela da população idosa já precisa de suporte para o seu dia a dia. Circunstâncias como doenças crônicas resultam em incapacidades físicas ou mentais que demandam cuidados de longa duração. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) estimou em 2016 que, a cada três idosos no país, um apresenta limitações funcionais. Em meio a esse público, 80% das pessoas podiam contar com familiares e os demais nem sequer tinham esse auxílio.

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Se já era assim há três anos, como será que estamos agora, diante de um aumento contínuo no número de idosos brasileiros? Será que essa história será sustentável?

Não devemos esperar, pelo menos com base nos dados atuais, que mais idosos poderão contar com o apoio de um familiar como cuidador. Entre os fatores que justificam essa nova realidade estão a composição mais enxuta dos núcleos familiares, a presença de mulheres que estão no mercado de trabalho — as filhas a quem competia no passado a tarefa de cuidadoras — e o impacto do número reduzido de filhos.

Assim, diminui a perspectiva de que os familiares possam assumir esse papel. Nesse contexto, ganha relevância a figura do cuidador profissional.

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Essa demanda já se revela tão pungente que, em 2018, segundo a Relação Anual de Informações Sociais do então Ministério do Trabalho, o ofício de cuidador de idosos foi o que mais cresceu no Brasil nos últimos dez anos. Eram 5 263 profissionais em 2007. Em 2017 já eram 34 051 pessoas com essa ocupação — um aumento de 547%.

Há sempre muitas dúvidas em relação à escolha e à necessidade desse tipo de cuidado. As famílias sofrem e têm receio de errar. Fomos criados em uma dinâmica cultural em que o cuidado é exercido majoritariamente pelos familiares (filhos, sobrinhos, netos…).

Para que possamos ter menos receio e acreditarmos ainda mais na importância do cuidador formal, devemos estar atentos às qualificações desse profissional, que, além da confiança da família, deve possuir um conhecimento teórico e prático e preparo psicológico. Ele tem que estar apto a atender às limitações e às especificidades do idoso.

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O nível de dependência varia muito e há situações em que, devido à demência, por exemplo, o paciente pode apresentar comportamento agressivo ou inadequado. Acima de tudo, o bom cuidador deve transparecer preocupação, dedicação e amor.

A demanda cada vez maior por essa profissão já levou à criação de um Dia Nacional do Cuidador de Idosos, celebrado em 20 de março, e está atrelada a algumas missões que buscam sedimentar a importância do ofício nesse cenário de envelhecimento da população brasileira.

Juntos, devemos contribuir para a valorização do profissional e de seu papel na sociedade, conscientizar as pessoas sobre o cuidado ao idoso a fim de também combater a negligência e a violência contra esses cidadãos e difundir conhecimento para termos mais respeito e zelarmos ainda mais pela saúde física e mental de quem envelhece. Vamos nos cuidar e, se preciso, pedir o apoio a quem sabe cuidar de nós.

Fonte: Saúde abril
Estética · Saúde e bem-estar

Padrão de beleza: está na hora de amar nosso corpo ao invés de escondê-lo

Olá pessoal!! tudo bem?

Provavelmente você já deve ter vivido a experiência de observar seu corpo depois do banho ou numa troca de roupa diante do espelho. Nessa hora que você olha com mais atenção para a sua silhueta, suas características físicas e sinais, qual é a sua sensação? Você se sente satisfeita com o que vê ou se depara com um monte de defeitos?

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Infelizmente grande parte das mulheres que estão lendo essa matéria devem ter se identificado com a segunda opção. Calma, você não está sozinha. O Relatório Global de Beleza e Confiança da Dove, feito em 2016, entrevistou cerca de 10.500 mulheres de 13 países. Dessas, apenas 4% se consideraram bonitas.

O estudo também mostrou que mais da metade das mulheres acreditam que são elas mesmas que fazem as maiores críticas à própria beleza. E 80% das entrevistadas concordam que toda mulher tem qualidades que a tornam bonita, mas têm dificuldade de enxergar a própria beleza.

A pesquisa mostra um número expressivo de mulheres descontentes com a própria aparência e, se formos olhar para as nossas vidas, podemos perceber que é muito comum que questões relacionadas à estética estejam presentes na vidas das mulheres. Mas você já se perguntou quando essas imposições estéticas começaram?

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A resposta para a primeira pergunta é: elas sempre existiram. Para se ter uma ideia, já no período da pré-história, a escultura “Mulher de Willendorf” mostrava o corpo da mulher com formas robustas e arredondadas. Esse era o padrão de beleza da época, ele era valorizado porque passava a ideia de fertilidade. Como esse era o maior atributo que uma mulher podia ter, quem fosse assim era bonita.

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No período da Grécia Antiga, o conceito de beleza tinha relação com a ideia de simetria e proporção. Sendo assim, de maneira simples, os corpos atléticos se encaixavam no padrão de beleza. O oposto disso se deu no período do Renascimento, no qual o padrão de beleza feminino consistia em apresentar cabelos compridos, seios fartos e curvas voluptuosas.

Dando um salto na história e indo para a segunda década do século 20, o sinônimo de sensualidade da época era justamente um visual mais minimalista, com cabelos curtos e curvas disfarçadas. Nas décadas seguintes, corpos curvilíneos, sarados, esguios, magro com curvas tiveram predominância no ideal de beleza feminino. A questão é que, por mais que o ideal de beleza tenha mudado ao longo da história, é bem verdade que nem todos se enquadravam nele e isso sempre trouxe consequências.

“De uma forma ou outra isso acaba afetando a todos, sendo que nós mulheres acabamos recebendo uma cobrança muito maior em corresponder a esse padrão. Ressaltando que esses padrões estabelecidos e cobrados se manifestam de diferentes formas e não se limitam a imagem corporal, mas também estão direcionados as vestimentas, comportamentos, aos modos de vida”, explica a psicóloga clínica Bruna Morgana Giraldi Barão.

É importante dizer que a partir do século XX a cada mudança de década os padrões de beleza passaram por modificações expressivas. Por exemplo, no livro “Moda do Século”, o autor François Baudot explica que na primeira década o ideal de corpo feminino eram as mulheres com quadris largos e cintura fina. Em 1920, a beleza estava nos corpos mais longilíneos e andróginos, quase sem curvas.

Logo, pode-se imaginar que uma mulher que estava dentro do que era considerado bonito por volta de 1910, provavelmente não se sentiria tão bem com seu corpo alguns anos para frente. E olha que nessa época não tinha Instagram ou Facebook para escancarar as tendências estéticas a todo momento.

Padrões não consideram a diversidade

Ao longo da história da humanidade, diferentes fatores influenciaram a criação de padrões estéticos. Por exemplo, no período da pré-história a figura de proporções avantajadas da ?Mulher de Willendorf? era valorizada devido a uma relação que aquele biotipo tinha com a fertilidade. Assim como nos anos 20 era comum que as mulheres que trabalhavam optassem pela praticidade e, com isso, foi atribuído a elas um visual mais próximo do masculino, com calças, camisas e casacos retos.

Além disso, a posição social, moda, mídia e até mesmo a religião já serviram de pilar para ditar padrões estéticos. O problema é que em nenhum ou em quase nenhum momento essa padronização levou em consideração os corpos das mulheres. Em outras palavras, durante todo tempo tentaram dizer às mulheres o que era ou não considerado belo, mas essa definição não ponderou a diversidade de biotipos, contextos sociais, culturais e gostos de cada uma. Sendo assim, como encaixar o corpo feminino em algo que não foi instituído a partir do corpo feminino?

No livro “O Mito da Beleza”, Naomi Wolf explica que “o mito da beleza mutila o curso da vida de todas. E o que é mais instigante, a nossa identidade deve ter como base a nossa ‘beleza’, de tal forma que permaneçamos vulneráveis à aprovação externa, trazendo nosso amor-próprio, esse órgão sensível e vital, exposto a todos”.

De acordo com a psicóloga clínica Eliza Guerra especializada na construção da autoestima e autoconhecimento, é como se nosso corpo fosse um objeto do olhar e do prazer do outro. ?Isso fez com que as mulheres não tivessem durante muito tempo autonomia em relação ao próprio corpo?, explica.

Padrão de beleza e consumo

É comum que as atrizes, modelos e influenciadoras digitais sejam vistas, muitas vezes, como parâmetro de beleza. Por trás de toda essa imagem é comum que hajam diferentes produtos, cirurgias, tratamentos estéticos e atividades físicas que contribuam para que elas alcancem esse ideal de beleza.

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Sendo assim, quando uma mulher se identifica ou admira uma atriz, modelo ou influenciadora, ela se interessa pelas técnicas e procedimentos que foram usados pela famosa. Quem nunca copiou o estilo de uma atriz que admirava ou quis ter o mesmo corte de cabelo de uma cantora?

Com a ascensão das mídias sociais essa visibilidade passou a ser instantânea e acessível a todo momento. A psicóloga Bruna explica que toda essa exposição incita a mulher a se recriar de acordo com o modo ou estilo de vida que lhe é apresentado.

Logo, a ideia que se vende é que é possível ter ou ao menos se aproximar do padrão estético, contanto que se pague por isso.

Beleza editada

As redes sociais são meios de promover não apenas nossa autoimagem, mas sim a imagem que queremos passar aos outros. Sendo assim, é comum usar recursos como filtros, comandos que corrigem imperfeições e até dão a impressão de que se está maquiada. Dificilmente são publicadas na linha do tempo imagens que não valorizam a beleza de cada um.

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A psicóloga clínica Eliza Guerra explica que é muito comum as pessoas se esquecerem do uso desses recursos quando veem as fotos de outras pessoas. Ou então, mesmo que a foto não tenha muitos retoques, pode-se acreditar que aquela pessoa com a foto perfeita, o corpo malhado e o cabelo sedoso é assim o tempo todo ou chegou a esse resultado sem nenhum esforço ou investimento financeiro.

A vida publicada nas redes sociais não necessariamente condiz com a realidade. Eliza conta que existe o ângulo da foto, sombra, luz, posição da câmera, maquiagem, filtros e outros recursos que possibilitam que se consiga imagens dignas de muitos likes e curtidas.

Querer tirar fotos bonitas não tem problema. A questão é que essa suposta perfeição das redes sociais de certa forma também aumenta a cobrança entre as mulheres no mundo real. “Gera um senso de insatisfação constante, pois não condiz com a realidade. É praticamente impossível atingir o padrão de corpo, imagem e cabelos que vemos nas redes sociais. A sensação que dá é a de que nunca vamos ser boas os bastante”, explica.

 

Uma questão que não poupa ninguém

Talvez você pense que essas inseguranças em relação à própria beleza se manifestem apenas nas mulheres comuns. Na verdade, as famosas, muitas delas tidas como ícone de beleza, já declararam publicamente que também têm suas inseguranças.

Celebridades como Beyoncé, Kim Kardashian, Gisele Bündchen, Bruna Marquezine, Anitta entre outras já disseram que foram afetadas e se sentiram inseguras em relação à própria aparência. Não é à toa que tantas delas fazem plásticas, se submetem a tratamentos estéticos e dietas a fim de conquistar e manter um padrão estético.

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Isso significa que nenhuma mulher deveria se preocupar com a vaidade e abandonar todo e qualquer atitude em relação à própria aparência? Claro que não. Mas é importante ter em mente que certos conceitos foram construídos e têm sido sustentados há anos. E que, na tentativa de pertencer a esses padrões, muitas mulheres têm sua autoestima abalada e sua autoimagem reduzida a defeitos estéticos. É tempo de apurarmos nossos filtros, não os de imagens nas redes sociais, mas nossos critérios, e vermos que nem tudo que é apresentado para nós em relação à beleza é real e nos convém.

Um preço caro às mulheres

Não é exagero dizer que os padrões estéticos podem ser ferramentas cruéis para as mulheres. Afinal, durante muito tempo fizeram com que o público feminino acreditasse que era necessário adequar o próprio corpo a modelos que não levavam em consideração as necessidades da mulher. Ao mesmo tempo também predominou a ideia de que para que a mulher merecesse ser amada ela precisaria atender aos requisitos de estética e comportamento de sua época.

“Em virtude de toda essa ditadura da beleza, a mulher vivenciou um vazio existencial, perdendo o que lhe é original e vivendo em torno daquilo que lhe é ditado”, lembra Bruna. Segundo ela, isso resultou em inúmeras mulheres infelizes com o próprio corpo, com o reflexo que veem no espelho, não reconhecendo quais são suas verdadeiras necessidades e desejos, chegando ao ponto de não conseguir encontrar nenhuma característica positiva em si mesma.

E não para por aí, o fato de a mulher não conseguir ter um corpo dito como ideal, seja por motivos financeiros, genéticos ou pessoais, pode alcançar níveis extremos, como o desenvolvimento de uma bulimia ou anorexia.

Uma nova relação consigo mesma

A verdade é que ser mulher nunca foi algo fácil. Junto com as imposições estéticas há diversos acontecimentos que fizeram e ainda fazem com que as mulheres fossem menosprezadas na sociedade. A diferença de salários, a desconfiança dos outros em relação à capacidade de ocupar cargos de destaque, a ausência de oportunidade, o preconceito do mercado de trabalho com mulheres que são mães, o racismo que objetifica mulheres negras, indígenas e orientais e a violência física e psicológica que se manifesta em diferentes níveis, mas que traz consequências dolorosas.

É tempo de as mulheres olharem para si com mais compaixão, respeito e consideração por sua individualidade. Esse é o primeiro passo para construir uma relação saudável com a própria estética. Não tem a ver com cosméticos, medidas corporais, procedimentos milagrosos e sim com reconhecer o próprio valor de cara limpa e peito aberto.

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Primeiramente é importante lembrar que cada mulher é única, tem sua própria história, repertório, desejos, genética e valor. Esses e tantos outros componentes fazem parte de uma mulher. Reduzir o corpo feminino a medidas e curvas é desumano.

“Somo capazes de deixar de lado as neuroses em relação ao tipo físico e parar de se comparar com esses padrões. Além disso, é preciso desenvolver o autoconhecimento e colocar em prática o amor próprio, ao invés de focar nas críticas e defeitos, buscar dar ênfase às qualidades, e admirar todas as coisas positivas”, diz Bruna.

Um novo olhar para o corpo feminino

Ao conhecer os próprios gostos, valorizar a ancestralidade, entender o que faz bem e o que não faz, é possível que a mulher se sinta mais inteira, completa e capaz de tomar decisões que sejam benéficas para ela. Esses ganhos também podem se refletir na aparência, só que agora a motivação é outra. O que antes era busca por uma aprovação dos outros, agora é autocuidado e amor próprio.

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“Com isso, no momento que a mulher ver sua imagem refletida no espelho, ela terá mais facilidade em se perceber, conhecer os aspectos que lhe fazem diferentes e, ao invés de tentar escondê-los, valorizá-los. Entender que por mais que os padrões estéticos se modifiquem, ela pode se sentir bonita em qualquer época”, conta Eliza.

É claro que vão haver momentos em que a vaidade e a autoestima vão ser afetadas. Mulheres são seres humanos e nem todas as construções sociais são simples de serem derrubadas, mas têm muitas mulheres trabalhando para isso todos os dias e, por mais que às vezes a gente caia, ainda somos capazes de ficar de pé.

Apresentação1

Bjs!!♥♥

Fonte: Minha vida