Estética · Saúde e bem-estar

Padrão de beleza: está na hora de amar nosso corpo ao invés de escondê-lo

Olá pessoal!! tudo bem?

Provavelmente você já deve ter vivido a experiência de observar seu corpo depois do banho ou numa troca de roupa diante do espelho. Nessa hora que você olha com mais atenção para a sua silhueta, suas características físicas e sinais, qual é a sua sensação? Você se sente satisfeita com o que vê ou se depara com um monte de defeitos?

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Infelizmente grande parte das mulheres que estão lendo essa matéria devem ter se identificado com a segunda opção. Calma, você não está sozinha. O Relatório Global de Beleza e Confiança da Dove, feito em 2016, entrevistou cerca de 10.500 mulheres de 13 países. Dessas, apenas 4% se consideraram bonitas.

O estudo também mostrou que mais da metade das mulheres acreditam que são elas mesmas que fazem as maiores críticas à própria beleza. E 80% das entrevistadas concordam que toda mulher tem qualidades que a tornam bonita, mas têm dificuldade de enxergar a própria beleza.

A pesquisa mostra um número expressivo de mulheres descontentes com a própria aparência e, se formos olhar para as nossas vidas, podemos perceber que é muito comum que questões relacionadas à estética estejam presentes na vidas das mulheres. Mas você já se perguntou quando essas imposições estéticas começaram?

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A resposta para a primeira pergunta é: elas sempre existiram. Para se ter uma ideia, já no período da pré-história, a escultura “Mulher de Willendorf” mostrava o corpo da mulher com formas robustas e arredondadas. Esse era o padrão de beleza da época, ele era valorizado porque passava a ideia de fertilidade. Como esse era o maior atributo que uma mulher podia ter, quem fosse assim era bonita.

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No período da Grécia Antiga, o conceito de beleza tinha relação com a ideia de simetria e proporção. Sendo assim, de maneira simples, os corpos atléticos se encaixavam no padrão de beleza. O oposto disso se deu no período do Renascimento, no qual o padrão de beleza feminino consistia em apresentar cabelos compridos, seios fartos e curvas voluptuosas.

Dando um salto na história e indo para a segunda década do século 20, o sinônimo de sensualidade da época era justamente um visual mais minimalista, com cabelos curtos e curvas disfarçadas. Nas décadas seguintes, corpos curvilíneos, sarados, esguios, magro com curvas tiveram predominância no ideal de beleza feminino. A questão é que, por mais que o ideal de beleza tenha mudado ao longo da história, é bem verdade que nem todos se enquadravam nele e isso sempre trouxe consequências.

“De uma forma ou outra isso acaba afetando a todos, sendo que nós mulheres acabamos recebendo uma cobrança muito maior em corresponder a esse padrão. Ressaltando que esses padrões estabelecidos e cobrados se manifestam de diferentes formas e não se limitam a imagem corporal, mas também estão direcionados as vestimentas, comportamentos, aos modos de vida”, explica a psicóloga clínica Bruna Morgana Giraldi Barão.

É importante dizer que a partir do século XX a cada mudança de década os padrões de beleza passaram por modificações expressivas. Por exemplo, no livro “Moda do Século”, o autor François Baudot explica que na primeira década o ideal de corpo feminino eram as mulheres com quadris largos e cintura fina. Em 1920, a beleza estava nos corpos mais longilíneos e andróginos, quase sem curvas.

Logo, pode-se imaginar que uma mulher que estava dentro do que era considerado bonito por volta de 1910, provavelmente não se sentiria tão bem com seu corpo alguns anos para frente. E olha que nessa época não tinha Instagram ou Facebook para escancarar as tendências estéticas a todo momento.

Padrões não consideram a diversidade

Ao longo da história da humanidade, diferentes fatores influenciaram a criação de padrões estéticos. Por exemplo, no período da pré-história a figura de proporções avantajadas da ?Mulher de Willendorf? era valorizada devido a uma relação que aquele biotipo tinha com a fertilidade. Assim como nos anos 20 era comum que as mulheres que trabalhavam optassem pela praticidade e, com isso, foi atribuído a elas um visual mais próximo do masculino, com calças, camisas e casacos retos.

Além disso, a posição social, moda, mídia e até mesmo a religião já serviram de pilar para ditar padrões estéticos. O problema é que em nenhum ou em quase nenhum momento essa padronização levou em consideração os corpos das mulheres. Em outras palavras, durante todo tempo tentaram dizer às mulheres o que era ou não considerado belo, mas essa definição não ponderou a diversidade de biotipos, contextos sociais, culturais e gostos de cada uma. Sendo assim, como encaixar o corpo feminino em algo que não foi instituído a partir do corpo feminino?

No livro “O Mito da Beleza”, Naomi Wolf explica que “o mito da beleza mutila o curso da vida de todas. E o que é mais instigante, a nossa identidade deve ter como base a nossa ‘beleza’, de tal forma que permaneçamos vulneráveis à aprovação externa, trazendo nosso amor-próprio, esse órgão sensível e vital, exposto a todos”.

De acordo com a psicóloga clínica Eliza Guerra especializada na construção da autoestima e autoconhecimento, é como se nosso corpo fosse um objeto do olhar e do prazer do outro. ?Isso fez com que as mulheres não tivessem durante muito tempo autonomia em relação ao próprio corpo?, explica.

Padrão de beleza e consumo

É comum que as atrizes, modelos e influenciadoras digitais sejam vistas, muitas vezes, como parâmetro de beleza. Por trás de toda essa imagem é comum que hajam diferentes produtos, cirurgias, tratamentos estéticos e atividades físicas que contribuam para que elas alcancem esse ideal de beleza.

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Sendo assim, quando uma mulher se identifica ou admira uma atriz, modelo ou influenciadora, ela se interessa pelas técnicas e procedimentos que foram usados pela famosa. Quem nunca copiou o estilo de uma atriz que admirava ou quis ter o mesmo corte de cabelo de uma cantora?

Com a ascensão das mídias sociais essa visibilidade passou a ser instantânea e acessível a todo momento. A psicóloga Bruna explica que toda essa exposição incita a mulher a se recriar de acordo com o modo ou estilo de vida que lhe é apresentado.

Logo, a ideia que se vende é que é possível ter ou ao menos se aproximar do padrão estético, contanto que se pague por isso.

Beleza editada

As redes sociais são meios de promover não apenas nossa autoimagem, mas sim a imagem que queremos passar aos outros. Sendo assim, é comum usar recursos como filtros, comandos que corrigem imperfeições e até dão a impressão de que se está maquiada. Dificilmente são publicadas na linha do tempo imagens que não valorizam a beleza de cada um.

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A psicóloga clínica Eliza Guerra explica que é muito comum as pessoas se esquecerem do uso desses recursos quando veem as fotos de outras pessoas. Ou então, mesmo que a foto não tenha muitos retoques, pode-se acreditar que aquela pessoa com a foto perfeita, o corpo malhado e o cabelo sedoso é assim o tempo todo ou chegou a esse resultado sem nenhum esforço ou investimento financeiro.

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A vida publicada nas redes sociais não necessariamente condiz com a realidade. Eliza conta que existe o ângulo da foto, sombra, luz, posição da câmera, maquiagem, filtros e outros recursos que possibilitam que se consiga imagens dignas de muitos likes e curtidas.

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Querer tirar fotos bonitas não tem problema. A questão é que essa suposta perfeição das redes sociais de certa forma também aumenta a cobrança entre as mulheres no mundo real. “Gera um senso de insatisfação constante, pois não condiz com a realidade. É praticamente impossível atingir o padrão de corpo, imagem e cabelos que vemos nas redes sociais. A sensação que dá é a de que nunca vamos ser boas os bastante”, explica.

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Uma questão que não poupa ninguém

Talvez você pense que essas inseguranças em relação à própria beleza se manifestem apenas nas mulheres comuns. Na verdade, as famosas, muitas delas tidas como ícone de beleza, já declararam publicamente que também têm suas inseguranças.

Celebridades como Beyoncé, Kim Kardashian, Gisele Bündchen, Bruna Marquezine, Anitta entre outras já disseram que foram afetadas e se sentiram inseguras em relação à própria aparência. Não é à toa que tantas delas fazem plásticas, se submetem a tratamentos estéticos e dietas a fim de conquistar e manter um padrão estético.

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Isso significa que nenhuma mulher deveria se preocupar com a vaidade e abandonar todo e qualquer atitude em relação à própria aparência? Claro que não. Mas é importante ter em mente que certos conceitos foram construídos e têm sido sustentados há anos. E que, na tentativa de pertencer a esses padrões, muitas mulheres têm sua autoestima abalada e sua autoimagem reduzida a defeitos estéticos. É tempo de apurarmos nossos filtros, não os de imagens nas redes sociais, mas nossos critérios, e vermos que nem tudo que é apresentado para nós em relação à beleza é real e nos convém.

Um preço caro às mulheres

Não é exagero dizer que os padrões estéticos podem ser ferramentas cruéis para as mulheres. Afinal, durante muito tempo fizeram com que o público feminino acreditasse que era necessário adequar o próprio corpo a modelos que não levavam em consideração as necessidades da mulher. Ao mesmo tempo também predominou a ideia de que para que a mulher merecesse ser amada ela precisaria atender aos requisitos de estética e comportamento de sua época.

“Em virtude de toda essa ditadura da beleza, a mulher vivenciou um vazio existencial, perdendo o que lhe é original e vivendo em torno daquilo que lhe é ditado”, lembra Bruna. Segundo ela, isso resultou em inúmeras mulheres infelizes com o próprio corpo, com o reflexo que veem no espelho, não reconhecendo quais são suas verdadeiras necessidades e desejos, chegando ao ponto de não conseguir encontrar nenhuma característica positiva em si mesma.

E não para por aí, o fato de a mulher não conseguir ter um corpo dito como ideal, seja por motivos financeiros, genéticos ou pessoais, pode alcançar níveis extremos, como o desenvolvimento de uma bulimia ou anorexia.

Uma nova relação consigo mesma

A verdade é que ser mulher nunca foi algo fácil. Junto com as imposições estéticas há diversos acontecimentos que fizeram e ainda fazem com que as mulheres fossem menosprezadas na sociedade. A diferença de salários, a desconfiança dos outros em relação à capacidade de ocupar cargos de destaque, a ausência de oportunidade, o preconceito do mercado de trabalho com mulheres que são mães, o racismo que objetifica mulheres negras, indígenas e orientais e a violência física e psicológica que se manifesta em diferentes níveis, mas que traz consequências dolorosas.

É tempo de as mulheres olharem para si com mais compaixão, respeito e consideração por sua individualidade. Esse é o primeiro passo para construir uma relação saudável com a própria estética. Não tem a ver com cosméticos, medidas corporais, procedimentos milagrosos e sim com reconhecer o próprio valor de cara limpa e peito aberto.

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Primeiramente é importante lembrar que cada mulher é única, tem sua própria história, repertório, desejos, genética e valor. Esses e tantos outros componentes fazem parte de uma mulher. Reduzir o corpo feminino a medidas e curvas é desumano.

“Somo capazes de deixar de lado as neuroses em relação ao tipo físico e parar de se comparar com esses padrões. Além disso, é preciso desenvolver o autoconhecimento e colocar em prática o amor próprio, ao invés de focar nas críticas e defeitos, buscar dar ênfase às qualidades, e admirar todas as coisas positivas”, diz Bruna.

Um novo olhar para o corpo feminino

Ao conhecer os próprios gostos, valorizar a ancestralidade, entender o que faz bem e o que não faz, é possível que a mulher se sinta mais inteira, completa e capaz de tomar decisões que sejam benéficas para ela. Esses ganhos também podem se refletir na aparência, só que agora a motivação é outra. O que antes era busca por uma aprovação dos outros, agora é autocuidado e amor próprio.

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“Com isso, no momento que a mulher ver sua imagem refletida no espelho, ela terá mais facilidade em se perceber, conhecer os aspectos que lhe fazem diferentes e, ao invés de tentar escondê-los, valorizá-los. Entender que por mais que os padrões estéticos se modifiquem, ela pode se sentir bonita em qualquer época”, conta Eliza.

É claro que vão haver momentos em que a vaidade e a autoestima vão ser afetadas. Mulheres são seres humanos e nem todas as construções sociais são simples de serem derrubadas, mas têm muitas mulheres trabalhando para isso todos os dias e, por mais que às vezes a gente caia, ainda somos capazes de ficar de pé.

Apresentação1

Bjs!!♥♥

Fonte: Minha vida
Cuidados com a pele · Estética

Microagulhamento: ameniza manchas e deixa a pele incrivelmente renovada

Olá Pessoal!! Tudo bem?

Você provavelmente já ouviu falar sobre a técnica de microagulhamento que, com o auxílio de agulhas muito finas, estimula o colágeno da pele e atenua sinais de envelhecimento. Atualmente, ela é realizada, inclusive, com o auxílio de um equipamento chamado Roller, que tem cerca de 200 agulhas, facilitando a aplicação.

O microagulhamento ou a indução percutânea de colágeno (IPCA) tem atraído muito a atenção das pessoas que apostam em tratamentos clínicos ou estéticos para cuidar da beleza da pele, pois pode tratar diversos aspectos da pele, especialmente facial.

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O tratamento é realizado através de dispositivos compostos por pequenas agulhas que causam microperfurações na pele. Estas microperfurações são responsáveis pela indução de um processo inflamatório no local, capaz de estimular os fibroblastos, que são células responsáveis pela produção de colágeno local.

Além disso, através das pequenas perfurações causadas, é possível a redução da pigmentação de manchas, especialmente do melasma. Estudos recentes mostram melhora considerável em manchas de melasma resistentes a outros tratamentos.

O microagulhamento tem como principal objetivo a indução percutânea de colágeno, a angiogenese (criação de vasos sanguíneos novos) e um aumento da vasodilatação, fazendo com que haja uma melhora de oxigenação e nutrição nos tecidos.

As indicações do tratamento são diversas, mas as principais são:

  • Redução do melasma;
  • Redução de cicatrizes de acne;
  • Redução de rugas;
  • Redução/melhora de estrias;
  • Melhora de poros e textura da pele;
  • Redução de cicatrizes traumáticas e/ou cirúrgicas.

O microagulhamento pode ser indicado para rejuvenescimento facial, tratamento de estrias, manchas, além de alopecia e flacidez.

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Vale ressaltar que o microagulhamento pode ser utilizado tanto no rosto, como em outras partes do corpo, inclusive no couro cabeludo, para estimular a circulação sanguínea da região.

Como é feito o microagulhamento?

Primeiramente é feita uma higienização e assepsia da pele. Depois, é escolhida a agulha a ser utilizada de acordo com o tratamento proposto. O Roller é passado na pele nas quatro direções (vertical, horizontal, diagonal direita e esquerda), cinco vezes cada. Durante o microagulhamento, utilizamos um cosmético apropriado para o tipo de pele e tratamento.

O caso específico de tratamento para o rosto, após a antissepsia da pele e aplicação de creme anestésico, é feita a aplicação da IPCA em várias passadas em toda a face. De acordo com a necessidade, são utilizadas agulhas de diferentes tamanhos: para lesões superficiais, agulhas menores; para lesões profundas como cicatrizes, agulhas mais longas.

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Após o procedimento, há inchaço de leve a moderado, e vermelhidão na pele que varia de acordo com a intensidade da aplicação. A recuperação costuma ser mais rápida em comparação ao laser.

Existem três tipos de melasma: o epidérmico (mais superficial), o dérmico (mais profundo) e o misto (nas duas camadas). Para cada um, devem ser usadas medicações e concentrações específicas. Se o tratamento não estiver correto, ele pode causar a irritação e piorar a lesão.

Vale reforçar que, por se tratar de procedimento invasivo, o microagulhamento ou IPCA deve ser realizado por um profissional habilitado para isso, a fim de garantir a correta avaliação de indicações e contraindicações, além de prevenção e complicações.

Assim, o microagulhamento deve ser feito preferencialmente por médicos dermatologistas, ou ainda, cirurgiões plásticos especializados na técnica. Fisioterapeutas dermatofuncionais com especialização na técnica também podem realizá-la.

Microagulhamento dói?

Dor é sempre relativa. Mas, de forma geral, no caso de agulhas com comprimento de 0,2 a 0,3, a dor é bem tolerável. Para agulhas acima de 0,5, pacientes relatam dor.

Se houver a aplicação de pomada anestésica de alta potência ou anestesia local injetável, o microagulhamento torna-se um procedimento muito tolerado, mesmo quando feito de forma mais intensa. Importante enfatizar que somente médicos têm autorização para aplicação de pomada anestésica de alta potência ou anestesia local injetável.

Resultados: o que esperar do microagulhamento

Geralmente são indicadas de uma a três sessões, a depender da severidade do quadro e da indicação.

O pós da IPCA é geralmente tranquilo, com mínimo desconforto. A redução das manchas e a melhora da qualidade da pele são vistas nos primeiros 15 a 30 dias. O auge da produção de colágeno induzida pela IPCA é em torno de 3 meses, quando vemos a melhora de rugas, cicatrizes e estrias.

Geralmente, pode-se observar que, após o microagulhamento, por até oito meses ainda existe a produção de colágeno.

Em relação a preços, pode haver grande variação dependendo do local (cidade, clínica) onde o tratamento será realizado. O valor costuma variar entre R$400 a R$600 por sessão.

Geralmente, o tempo de intervalo entre uma sessão e outra é de um mês. Cada sessão dura cerca de 30 minutos a 1 hora. Mas tudo isso pode variar de acordo com o tipo de tratamento.

Cuidados antes e depois do microagulhamento

Os principais cuidados antes do procedimento são:

  • Deve ser realizada uma avaliação para indicar o melhor tratamento a ser feito com o microagulhamento;
  • É indicado que a paciente suspenda pelo menos três dias antes o uso de qualquer tipo de ácido que esteja usando para evitar possíveis quadros alérgicos;
  • É necessário realizar uma boa limpeza de pele;
  • É indicado ainda ingerir vitamina C, pois ela auxilia na produção de colágeno.

Depois do procedimento, as orientações básicas são:

  • Não utilizar protetor solar e maquiagem por pelo menos 24hs;
  • Não se expor ao sol durante o processo inflamatório (três a cinco dias após);
  • Evitar contato com animais e mãos sujas na região tratada, prevenindo assim o risco de contaminação;
  • Utilizar produtos com autorização do profissional que realizou o tratamento, para melhores resultados.

Riscos e contraindicações do microagulhamento

As contraindicações são:

  • Infecção ativa como herpes no local ou outra infecção;
  • Tendência à cicatrização com quelóides;
  • Gestação;
  • Imunossupressão.

Grávidas não podem realizar o procedimento pois o risco de hiperpigmentação é muito grande devido às alterações hormonais.

A técnica é segura, pois, ao perfurar a pele, mantém-se a epiderme íntegra e, com isso, os riscos de alguma complicação são baixas.

Os efeitos colaterais podem surgir se houver aplicação ou indicação incorreta. Pode levar à formação de cicatrizes e manchas no local do tratamento. Os cuidados no pós-procedimento por parte do paciente, como através do uso do filtro e prevenção a exposição solar, também auxiliam na prevenção de manchas pós-procedimento.

Associada ao microagulhamento, deve-se utilizar entre as sessões cremes antirrugas e clareadores para melhora e manutenção dos resultados. Para pacientes com manchas, as sessões podem ser alternadas com peelings químicos. Para cicatrizes e rugas profundas, na mesma sessão pode ser aplicada a técnica de tunelização dérmica, que faz um descolamento da lesão e maior produção de colágeno local.

Para garantir maior sucesso no tratamento e nos cuidados gerais com a beleza da pele, o microagulhamento deve ainda ser associado com uma alimentação rica em proteínas (que ajudam a estimular a formação de colágeno na pele), com a proteção solar diária (usando protetor com FPS acima de 30) e com o consumo adequado de líquidos (especialmente água). Quem fuma deve se esforçar ao máximo para parar, pois este é um hábito totalmente destrutivo para a beleza e a saúde de uma forma geral.

Espero que tenham gostado!

Bjs!!♥

Estética

Alongamento de cílios X Permanente: Qual é a melhor ténica?

Olá Pessoal!! Tudo bem?

Todos os dias, surgem novidades em relação à estética, que bom que isso acontece não é mesmo? Assim, podemos melhorar a nossa autoestima e vivermos uma vida mais plena e feliz. Entre estas novidades, está o alongamento de cílios e permanente. Aqui, você vai ter a oportunidade de aprender as principais diferenças entre essas 2 técnicas, e assim poder escolher com total segurança qual sua preferida.

Alongamento de Cílios X Permanente

Uma coisa é certa! Antes de você sair por aí partindo para um tratamento de alongamento de cílios ou permanente, é importante saber em detalhes as diferenças de ambos. Então vamos lá!

Alongamento de cílios

alongamento de cílios é uma técnica utilizada para quem deseja alongar, ou dar volume aos cílios.

Para isso, alguns fios sintéticos são colados com uma cola especial um a um sobre os seus cílios. Este procedimento dura no máximo 2 horas para ser realizado e se você é uma pessoa medrosa, não se preocupe!

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Alongamento de Cílios dói?

alongamento de cílios é indolor, feito de maneira delicada, dá até para tirar um cochilo de tão tranquilo que é.

A melhor parte é que o alongamento de cílios, quando realizado por um bom profissional, deixa um efeito para lá de natural.

Quanto tempo dura o alongamento de cílios?

Este procedimento dura de 4 a 6 semanas, mas este período de duração varia conforme os cuidados que você tiver como:

  • Evitar molhar os olhos nas primeiras 24 horas;
  • Não utilizar rímel ou esfregar a região

Depois do período de duração, o ideal é voltar ao salão para fazer a manutenção, ou remover os fios se este for o seu desejo.

Quanto custa o alongamento de cílios?

O alongamento de cílios tem o valor médio de R$80 a R$130,00, e o preço de manutenção é a metade do valor, ou seja, 65,00. Já o permanente tem o valor médio de R$90,00 e não precisa de manutenção.

Permanente de cílios

Essa técnica já é indicada para quem não foi presenteada pela natureza, com cílios grandes e curvados e quer de qualquer maneira acordar linda e bela como se estivesse usando o “curvex” logo ao acordar. Isso porque esta técnica permite que a curvatura natural dos cílios seja acentuada. Como resultado, você ganha um olhar expressivo e luminoso, como você sempre quis.

A principal diferença entre alongamento de cílios e permanente, é que os cílios permanente não alonga os fios, mas como os deixa curvados acaba dando a real impressão de que estão maiores. Para realizar este procedimento, você irá gastar no máximo 1 hora, e também é muito tranquilo assim como o alongamento dos cílios.

Outro ponto a se destacar em relação às diferenças do alongamento de cílios e permanente é a praticidade e a durabilidade.

Quanto tempo dura o permanente de cílios?

Dura de 6 a 3 meses, e para você que não abre mão de uma boa maquiagem, aí vai uma ótima notícia, com o permanente dá para usar rímel sem nenhum problema.

Dica: Assim como o alongamento, o permanente de cílios também precisa ser feito por um bom profissional, para trazer os resultados que você espera.

Como é feito o permanente de cílios?

  1. O primeiro passo para fazer o permanente de cílios, é uma limpeza na região dos olhos.
  2. Depois, aplica-se uma cola especial, bem próximo da raiz dos cílios, e é colocado sobre eles, um rolinho pequeno, como se fosse um “mini-bob”, é ele que vai dar o efeito “curvex” que você tanto deseja.Resultado de imagem para permanente de cilios
  3. Após 15 minutos, o gel especial aplicado no “mini-bob” é retirado, e os cílios recebem um líquido neutralizante. Para finalizar, aplica-se um creme protetor de tinta sobre as pálpebras e os cílios são tingidos de preto para dar o efeito máscara de cílios. Depois, é só aguardar alguns minutos, remover a tinta e escovar os cílios.

Alongamento ou Permanente: Qual o melhor?

O que vai determinar qual a melhor técnica a ser utilizada, seja o alongamento de cílios ou permanente, é a sua necessidade e estilo de vida. Para aquelas que querem reunir beleza, praticidade e maior custo benefício, com certeza o permanente de cílios é a melhor opção.

Aí vai um dica preciosa, para ficar com um visual ainda mais bonito, não se esqueça de dar a devida atenção às sobrancelhas.

Estética · Fitness · Saúde

Como fazer uma drenagem linfática em casa

Olá pessoal!! Tudo bem?

Uma massagem que elimina o inchaço, ajuda a combater celulite, ajuda a emagrecer e perder a barriga. Além disso, ainda ativa o sistema imunológico. A drenagem linfática consiste em estimular o sistema linfático (uma rede complexa de vasos que movem fluidos pelo corpo) a trabalhar de forma mais acelerada. Como resultado, o organismo elimina mais rápido líquidos e toxinas.

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As drenagens feitas por profissionais especializados são as mais eficientes, mas você também pode aprender a fazer uma drenagem linfática em casa e obter benefícios satisfatórios. Lembre-se de que o resultado não irá aparecer logo na primeira que você fizer a drenagem linfática manual, mas sim após algumas semanas que você repetir regularmente essa massagem. Confira as orientações de especialistas sobre como realizá-la:

Prepare a pele

A dermatologista Daniela Landim explica que antes de começar a fazer a drenagem linfática manual é necessário fazer uma esfoliação corporal, massageando a pele de forma circular e suave para ativar a circulação local. De acordo com ela, esse procedimento pode ser feito uma vez por semana. Também dermatologista, Miriam Sabino recomenda se deitar e colocar apoio nas pernas (pode ser um travesseiro mais alto na altura dos tornozelos e panturrilha) para melhorar o retorno venoso. Fique nessa posição durante uns 15 minutos antes de iniciar a drenagem linfática.

Tome um banho

A drenagem linfática ajudar a eliminar as toxinas do corpo e aliviar pontos de tensão para desobstruir a linfa (líquido que circula nos vasos linfáticos). Por isso, é melhor fazer a massagem após o banho, pois a água morna promove vasodilatação. Além disso, isso facilita a penetração dos ativos do creme, ativa a circulação e relaxa o corpo, tornando o procedimento mais prazeroso e eficaz.

Escolha os objetos certos

As mãos podem ser usadas para uma massagem clássica, mas as dermatologistas contam que o bambu, também é ótimo para a drenagem feita em casa. Um dos motivos é que os bambus são utilizados como prolongamento dos dedos, aumentando assim o alcance dos toques.

Escolha os cremes certos

“O uso de óleo de massagem ou creme ajuda no deslizamento das mãos e do objeto”, conta a dermatologista Miriam. Além disso, ajuda a diminuir o atrito com os pelos, principalmente no caso dos homens. A fisioterapeuta e especialista em drenagem linfática do Centro de Qualidade de Vida (CQV) Luciene Martins recomenda cremes com princípios ativos que ajudam a melhorar a circulação e combater a celulite, como cafeína, guaraná, ginko biloba, cavalinha e centelha asiática. Use o equivalente a uma moeda do produto para cada área. Primeiro espalhe o creme nas palmas das mãos. Com isso, ele ficará quente e facilitará a aplicação.

A parte do corpo certa para fazer drenagem linfática

Você pode fazer a massagem de drenagem linfáticas nas pernas, nos braços, na região do tronco, incluindo a barriga, e na face. “Todas essas áreas apresentam gânglios linfáticos que, ao serem estimulados, aceleram o processo de drenagem e perda de excesso de líquido corporal que causa inchaço e edema”.

Movimentos da drenagem linfática manual

Atenção nessa hora: o movimento não precisa ser forte a ponto de machucar a sua pele, principalmente se você possui varizes. Neste caso, pode causar inflamação nas veias e formação de trombos. Os movimentos circulares devem ser feitos com o polegar. Já com a mão em forma de conchinha, faça também movimentos lentos e de leve compressão, como se estivesse bombeando a pele. Repita entre cinco a dez vezes nas regiões dos corpos que apresentam gânglios linfáticos.

Nas pernas, os movimentos são ascendentes: da perna até a fossa poplítea (parte posterior do joelho), da coxa até a virilha. Na barriga o movimento deve ser feito até a virilha. Já nos braços e tórax, os movimentos vão a caminho das axilas.

Faça a drenagem à tarde ou à noite

A drenagem no período vespertino ou noturno é mais adequada porque libera as toxinas e retira o líquido do corpo acumulados ao longo do dia. “Você pode até associar uma música suave para promover um relaxamento mental e melhorar a qualidade do sono”,

Repita mais de uma vez por semana

É possível fazer drenagem linfática manual todos os dias, mas você pode ver um resultado interessante se fizer a massagem de duas a três vezes por semana. Miriam sugere pedir auxílio de um profissional especializado para que você tenha mais garantias de que irá acertar nos movimentos. “É a pressão e a forma de movimentar durante a massagem que trarão o benefício esperado”.

Achei um vídeo bem legal falando sobre como fazer a drenagem linfática em casa. Clique aqui e veja!

 Fonte: Minha vida

Bjs!!♥